sábado, 6 de julho de 2024

SE HÁ ALGO HÁ DE MAIS A SE VER


Não ressintamos de um simples passo
Quanto de sabermos que o arrependimento de um simples pensar
Não seja o fenecimento de uma primavera setembrina
Quando se alcança o mar de outro modo
E a flecha no olhar de algo não seja tão dura
A se saber que coisas do amor não pressintam o óbice
De nos sabermos mais afeitos a uma glória
Na possibilidade mais remota que de madhurya rasa
Ainda o devoto continue, e que Krsna não se esconde com o tempo eterno
Pois o mesmo tempo que nos faz conviver os passos maravilhosos em sermos no mundo
O sabe que em Maya estarão o que dela dependem apenas, aqueles que a adoram
Sem ao menos saberem que ela é apenas uma das formas Dele, e que a quem tenha estudado os Shastras profundamente
A questão de se estar em uníssono com seu amor conjugal, não importa aonde, nem por que nem quando
Soletra a certeza simples e quase aritmética de que um mais um vira quase três...

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