A
questão de reservas de uma situação onde a “performance” de uma micro empresa
dite a norma de uma rua, um metro quadrado, um arcabouço digital, por exemplo,
onde se fecha o computador e se tem apenas uma fraca noção do que vem a ser a
memória do que seja apenas a farsa, vem a dar na miséria intelectual da massa
que surge na esteira da AI essa leva de recursos, onde os ruídos prometem ser
maiores do que o cristalino som do despertar de mais um dia. Quando o teatro da
farsa é montado, quando alguns depoentes parecem emitir verdadeiros pareceres
para extorquir o que se diz da informação induzida, essa modalidade não passa
de investigação fraudulenta, ou método invasivo, com base em grupos de
recuperação no mínimo suspeitos sob o escopo de interesses estrangeiros, ou
coisa similar, como se colocassem um laboratório de experimentação onde algumas
lideranças concretas viram reféns de gente desse nível, onde o nosso país vira
refém desse tipo de estruturas alternas e “independentes”, que se servem de
agências que se dizem inteligentes para esse tipo de indução ou a farsa
supracitada.
A
previsibilidade desse tipo de questão fica aparente não apenas no modo como se
organizam os sistemas informacionais, ou como a rede se presta a esse tipo de
serviço paralelo, onde o que resta são os paradigmas da irracionalidade, ou da
não existência do sonho, nisso de coexistirem as forças que regem o surgimento
de países extremamente retrógrados, enquanto o mundo oriental parece ser algo
mais sóbrio e permanente, aquilo que é realmente, do que o “velho mundo”, o
fracasso que se tornou a Europa como um todo, e tudo o que ela significa para
que a nova economia já surja como panorama inequívoco de que o Japão, a China e
as Coreias já sejam um tipo de frente onde a América Latina se encontra com
economias sólidas que sói refazerem nesse escopo de lama em que se tornaram os
EUA e os seus quilates mais conservadores, por tentarem a todo o custo
insuflarem no seu viés conservador a droga e mais “recursos”, posto o grupo em
que o laboratório se funda se torna apenas um veículo de um poder mesquinho e
derrotado na alça moral da história, como um bando de lacraias que não sabem
discernir o que é bom do que não é. O nosso país tem uma boa parceria com os
EUA, mas não se sabe o rumo que se torna algo de fascismo que pode estar “interpelando”
ou tentando algo contra o nosso andamento democrático.
Afim de
que possamos ter a dignidade e a liberdade de tecer boas relações comerciais
tanto com o bloco Oriental, como com os EUA, a Europa como um todo e todos os
países do planeta, teremos que combater as forças que nos trazem os vestígios do
atraso, e almejam o retorno a um tipo de ditadura sombria que nem se cogita em
um país como o nosso, pois a democracia é lícita, e o que é subversivo e contra
ela é ilícito, já que não se pode rasgar a Constituição da República como se
fosse algo que não possuísse sentido, mesmo porque deixamos o Governo de um
outro presidente da república governar tranquilamente e não é o caso de Lula o
que nos torne reféns da maldade em termos uma democracia ameaçada. A questão é
permanecermos fieis à democracia e a este Governo, mesmo que em outros
regionalismos essa frente esteja ameaçada em seu cerne, pois a legalidade deve
estar presente em todos os níveis, e o fascismo não é obra de frutos
amadurecidos, senão brinquedo de forças que vão contra a escolha popular...
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