terça-feira, 2 de julho de 2024

DONG DONG


Bate o dong do dong, do ding que tomba o song
No tom do paralelismo convexo da aflição da queda imperial
Onde o samurai já tece o seu bambu frente a Exu e seu mestre
Quanto de saber do negro que passa na rua, naquela rua do Sul
Já saberia que o totem dos excluídos não detém a carreata que chega
No andamento de uma carruagem de cristal, qual não fora, o que vem de longe
Para carregar o muro de amianto para além das coberturas
Que não se pretendam ir mais além do que uma pequena retirada do front
Quando vespas inquietas perpassam frente aos verdadeiros guerreiros
E suas vertentes democráticas e populares
No que a própria televisão dá a cobertura necessária ao escopo federal
Posto se não for assim, vira um problema de toda a Federação...

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