Recuperar uma sanidade alterna,
daquilo que ingerimos por casualidade
Seja um veneno estudado na
periferia, seja uma substância resultado de um vício
Ou mesmo
uma atitude perante a vida, onde Thanatos seja a tópica
dual
Não seria mesmo o ambiente que se faria a demanda da
saúde
Algo tão permanente do que estarmos, em épocas
conflituosas existencialmente
O dia que se remonte tudo e todos
na semântica algo sectária dos excludentes…
Na linha
imaginativa não supomos as quimeras
Que deixamos adormecidas
naquele olhar de mulher aflito
Por razões de neurose por faltas
de arremedos de uma libido mal gerida
Ou no suposto despreparo
da conquista, quando a vontade de poder é grande
Na acepção
junguiana de se saber que depois de um sábado, nem todas as gatas
são pardas.
Visto que o proceder de uma ilha humana não
seja a tópica outra construída no que se crê da polaridade
afetiva
O esquizossomático não percebe sequer a neurose
originadora de sua latência irregular
Quanto do parecer de uma
medicina de neurônios alternada com o behaviorismo incipiente
Na
prédica do que não haveria a que outras suposições fossem feitas
aos olhos da ciência.
Essa adoração quase menguélica
de anos que já passaram, ou de um ânus candente na precípua
fixação infantil
Relembra campos onde se tenha a questão
vertical do que seria a educação nos mesmos
Quanto do
totalitário sobra um átomo que seja
Dentro do escopo da
tradução e testemunho orbital de Deus, Krsna.
domingo, 7 de julho de 2024
A REVERSÃO DAS LATITUDES
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