domingo, 7 de julho de 2024

A REVERSÃO DAS LATITUDES


Recuperar uma sanidade alterna, daquilo que ingerimos por casualidade
Seja um veneno estudado na periferia, seja uma substância resultado de um vício
Ou mesmo uma atitude perante a vida, onde Thanatos seja a tópica dual
Não seria mesmo o ambiente que se faria a demanda da saúde
Algo tão permanente do que estarmos, em épocas conflituosas existencialmente
O dia que se remonte tudo e todos na semântica algo sectária dos excludentes…

Na linha imaginativa não supomos as quimeras
Que deixamos adormecidas naquele olhar de mulher aflito
Por razões de neurose por faltas de arremedos de uma libido mal gerida
Ou no suposto despreparo da conquista, quando a vontade de poder é grande
Na acepção junguiana de se saber que depois de um sábado, nem todas as gatas são pardas.

Visto que o proceder de uma ilha humana não seja a tópica outra construída no que se crê da polaridade afetiva
O esquizossomático não percebe sequer a neurose originadora de sua latência irregular
Quanto do parecer de uma medicina de neurônios alternada com o behaviorismo incipiente
Na prédica do que não haveria a que outras suposições fossem feitas aos olhos da ciência.

Essa adoração quase menguélica de anos que já passaram, ou de um ânus candente na precípua fixação infantil
Relembra campos onde se tenha a questão vertical do que seria a educação nos mesmos
Quanto do totalitário sobra um átomo que seja
Dentro do escopo da tradução e testemunho orbital de Deus, Krsna.

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