Aquela
maneira de pressentir os ressentimentos de um homem perante uma traição, nada
mais soa como algo tão previsível nos tempos de hoje, onde por vezes uma pessoa
que sequer tem o conforto do escape melhorado nas ruas, a compulsória forma de
estudo, a vida que se facilita em torno de uma posição ou trampolim nos
costados de sua hipocrisia, hipocrisia inconsciente e imatura, pode ser
traduzida como uma situação social onde um país como o Brasil vai vivenciar,
principalmente naqueles homens ou mulheres que se envolvem com pessoas de
classes sociais extremamente baixas, ou ainda creem ser possível tal “tarefa”.
A coisa não é tão simples, pois o viés da transformação de um simples lugar
onde se toma um café, ou um outro onde se come um filé acabam se tornando “setores
emergentes”, onde ideias como o fascismo, o socialismo, algo dessa ordem: grupos
de mais vária monta, excludentes ou não, no mais das vezes mais excludentes,
pois o cidadão mais empobrecido acaba por ser um simples “funcionário”, e o
frisson de outros por drogas e sexo acabam sendo uma tônica fundamental a ser
contextualizada no grande dilema da América Latina como um todo, extensivamente
aos casos de refugiados ou imigrantes no território de um país como os EUA.
Por
exercício prático, coisas como o ciúme acabam caindo por terra, pois um
verdadeiro homem acaba pegando nojo de coisas como a promiscuidade, a
prostituição, a gratuidade das drogas e o comportamento coercitivo ou repressor...
Se as criaturas no planeta se comportam como animais, como gatas no cio, se na
verdade a revolução sexual feminina é apenas uma corrida sequiosa ao orgasmo
mal nutrido por pútridas invectivas e frustradas veredas por afetos mais
sólidos, o amor se torna mais raro, obviamente, e passamos a dar pérolas aos
porcos para ver como eles as defecam no membro duro do “garanhão da hora”. Certas
palavras podem parecer duras, mas quando o ser começa a ter o frisson algo
viciante das relações pouco naturais, a coisa fica certamente não muito
controlável, pois é óbvio que a maturidade sexual não é uma questão de
performance, mas um coito no mínimo mais saudável, como o do genital com
genital... Foi o que afirmou Freud em seus estudos sobre a maturação sexual,
obviamente subentendido que há mulheres que encontram mais prazer na relação
anal por necessidade de se manter a “virgindade”, se é que esse comportamento
aberrativo ainda acontece no mundo contemporâneo. As bundas bem trabalhadas na
ginástica, o corpo “pneumático” de um Admirável Mundo Novo da ficção de Huxley
se torna algo tão passível de experimentar, quanto a experiência mesma do
convite antecipado a uma sala onde o que se espera é encontrar os agentes da
operação “Condor”. Sim, a coisa acontece de forma ridícula, pois os órgãos de
inteligência se usam de artifícios para corroborar a tese de que o mundo
termina onde começaria em a intenção de “desejar” ser livre, mesmo que
para uma garota a liberdade possa ser o frisson de uma relação casual, anal ou
o que o valha, e que isso possa servir aos seus ensinamentos diários, pois não
o faça de jogar as pedras na sociedade quem nunca pensou, sendo “brasileiro”,
socialista ou fascista, naquele traseiro apetitoso com um biquíni “cavadão”. O
fato é que esse sexismo relaxante impetrado pelas tribos amorosas dá bem com
uma grande broxada sistêmica naqueles homens mais afeitos a coisas mais
difíceis e raras, como o sexo com pelo menos uma pitada de amor...
As
serpentes coleiam como serpentes, e aquele olhar meio puxado de uma chefe de
empresa por vezes prepara a cama para a condena de alguém que ela tem um plano
algo de chefia, gerenciando seus lucros e ainda contando com a cobertura de um
tipo de bedel para encerrar de vez com o negócio, quando o negócio citado nada
mais é do que o espírito bruto de manipular as pessoas, fechar com um pessoal
treinado e fazer da empresa um laboratório onde alguns com vulnerabilidade
quando agentes da lei, ou prestadores de serviço nessa área, ajudando e
denunciando a subversão da ordem, a prática do terror, ou a contraditória
comercialização do afeto, podem sofrer represálias dessas máfias montadas, com
a intenção dolosa de infletir questões de ordem ideológica e principalmente
envolver pessoas imaturas na promiscuidade de um tipo de prostituição que não
está às claras, mas por vezes envolve entorpecentes. A questão não é fechar os
estabelecimentos, mas deixar de “direcionar” seus funcionários para a
manipulação afetiva de seus clientes, ou tentar manietá-los com a intenção de
mudar seus pensamentos ou mesmo ir contra uma corrente, apenas pelo fato de
possuir muitas vezes a salvaguarda política de espaço para realizar
cruentamente esse tipo de “feito”.
Quando o lugar é civilizado, obviamente há aqueles frequentadores que gostam mais de conversar, ou de estudar, há inclusive aqueles que gostam de desenvolver projetos, há outros que gostam de investigar a alma humana, há observadores, e há muitos que não querem bem o bem estar do lugar, se dirigindo para tumultuar ou atrapalhar o funcionamento da empresa. Afim de se manter a sensatez em lugares como esse o nível deve ser sempre bom, e qualquer truculência ou grosseria deve ser rebatida à força, pois só em botecos a coisa acontece, a grosso modo, sem a razão qualquer de seus desvalidos e bêbados frequentadores, pois o álcool coloca a coisa em xeque, na maior parte das vezes. O ideal é que na verdade se há relacionamentos ou alguma promiscuidade, que a coisa role entre os funcionários do local, e os clientes já têm a sua privacidade, pois quando a clientela começa a pagar por serviços outros que não o consumo do restaurante, a coisa vira ou tráfico ou prostituição, duas coisas que estão geralmente entrelaçadas... Sempre deve haver um distanciamento, e a razão que une a empresa com seus funcionário ė diretamente proporcional ao bom relacionamento dos administradores, seu escopo salarial justo, o atendimento com visa aos padrões de mercado e a possibilidade de alguma troca afetiva – no bom sentido – entre os clientes e a “tripulação”, ou seja, a equipe que atende o público que consome. Que isso seja sempre válido para aqueles funcionários que acreditam que poder se envolver com os clientes, sejam eles rápidos ou mais frequentes, para terem a consciência de que jamais deve haver envolvimentos maiores, entre cliente e funcionário, sob o risco de demissão sumária, a não ser que seja feito fora da empresa, o que na verdade é coisa praticamente impossível, pois da parte de clientela série e sadia e com bom nível econômico-cultural isso é coisa que jamais deve ser praticada. No entanto, se formos considerar aqueles que ainda não possuem experiência de vida suficiente e estão à mercê de mentorias, obsediados por "mestres da fraude" nos bancos escolares, se na verdade confundem a liberdade com libertinagem, se ainda não possuem conhecimento do que é respeitar seu próprio corpo e estar tendo relações saudáveis dentro do contexto da não corrupção de seus valores mais íntimos e agregam valor ao conhecimento que alguns podem oferecer, sempre é tempo, um tempo dinâmico ou dialético, de aprender com a vida como um todo...
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