domingo, 7 de junho de 2026

QUANDO ME FALASTE


Assim de faltas não quero ir-me,
Pois busco socorrer-me em Ti, ó Salvador,
Mesmo diante dos sofrimentos que ainda ei de passar,
E por caminhos em vigília constante, clamo em urgir
Tua presença cálida em minha vida, teu semblante do Deus, nosso Senhor,
Que em passagens outras meio que Te negava sem saber, não o sabia que eras tanto!

Falas-Te em mim, do ser que ainda resido, vivo na Terra onde supliciamos o teu corpo,
E de saber que éreis do sangue do pastor que o Criador deixou como cordeiro de Deus,
Retiras o pecado do mundo, evangelizas até mesmo os evangélicos, sais em busca dos Católicos
Quando escolhestes Pedro, o primeiro Papa, a segurar a primeira pedra de Teu Templo.

Faltavas ser o que não me falta, é o és de fato, posto de meu merecer um dia, o sagrado veio
Do mármores de centenas de Pietás, mostras no Vaticano Tua insígnia e Tua glória,
Aquilo de mais sagrado que encerra o fausto do ouro que Éreis, de Tua vida e de Teu Poder!

Mesmo que eu dissesse, quando me distraem do caminho de luzes, que a vida não seria tão linda
Como um Sudário onde depositaste o milagre da tua face, mesmo que na Cruz com teu sangue
Não estivestes entregue a Deus a Tua vida, ressuscitando ao terceiro dia
Dirias para mim apenas uma oração, em uma jornada que nos livrasse do mal e que não cedêssemos a nenhuma tentação...

O que venha de ti é a vida que não encerro depois do túmulo, posto serei de ti um soldado a não ferir meu semelhante
E nem por isso ousarei me ferir, Tu que És em mim, templo do meu espírito!

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