quinta-feira, 4 de junho de 2026

Minha tarefa como médico é ajudar o paciente a tornar-se apto para a vida. Não posso ter a presunção de julgar suas decisões últimas, pois sei por experiência que toda coerção, desde a mais sutil sugestão ou conselho a quaisquer outros métodos de persuasão apenas produzem, em última análise, um obstáculo à vivência suprema e decisiva, isto é, o estar a sós com o Si-mesmo, com a objetividade da alma ou como quer que a chamemos. O paciente deve estar a sós para descobrir o que o suporta quando ele não está em condições de se suportar a si mesmo. Somente essa experiência dar-lhe-á um alicerce indestrutível (Jung, 1936b/2012, p. 39).

Nenhum comentário:

Postar um comentário