De não saber se vives, ao
menos no meu celular pressinto
Que a tua ausência remete ou a um
descaso descabido
Ou mesmo a um fatalismo que remontaria um
dramático desfecho.
Pressinto que na minha própria
história, isso de se viver até outras horas
Gostaria de viver
plenamente a própria vida, de uma vida que se perfaz de dias
E
um tempo onde a precariedade da solução imediata se me não espera
ainda…
Mas porventura urge o sentir, o palmilhar a
caminhada de todos os segundos
E ainda o prosseguir em lutas
emblemáticas, sem tirar nem por, quem dera
Todos fossem iguais
perante Deus, o mesmo que saibamos que a alguns não exista.
Se
fôssemos ausentes como a tua falta aparente, onde estaríamos, nos
braços do Cristo
Que me ensinastes na Salve Rainha, vida e
esperança e doçura, a oração que não sei
E ainda me
conforto por saber que me revelastes em tua simplicidade a ordem do
costumar.
E ainda que tivesse sido apenas o faltar, não
resumo o que venha a ser aquilo que desconheço,
Firmando meu
propósito em caminhadas seguras, rumo a uma sobriedade e
temperança
Onde, por mais que até os ventos silenciem em
nossas jornadas, tenhamos a esperança e a fé...
domingo, 3 de maio de 2026
UMA HISTÓRIA INCOMPLETA…
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