Estufado o peito, o ar que nos infla
Sabe a nós mais do que apenas o conforme e exato
Do que a toxina do ontem, seja a marijuana ou o tabaco,
Tanto faz, pois um dos dois é mais nocivo em qualquer lado.
Não, partir-se à defesa, aquilo que é natural: a fumaça...
Maria-fumaça, o vapor, a nebulização compulsória, o enfisema de ambos
Os que temos no bolso, na biqueira muitos estaremos nela, e as facções
Estariam sendo amizades promissoras, daqueles a quem nos escondemos,
Quais não fossem, quando jovens, os familiares, pai e mãe, desrespeitos?
Posto não fora, uma imaginação altamente criativa que gera lucros
Enquanto o procedido na ativa de outros, a sobrevivência da psique apenas
significa algo...
Assim que fosse, se não bastasse, e era de fato, o que, e não saberíamos dizer
ao certo,
Pois subentendemos que o envelhecimento cerebral é apenas uma cereja do bolo
Da vaso constrição, do efeito do THC, da droga da cocaína, e seus dilemas
Quando a trombose nos pega a carne, totalmente desprevenidos.
Ah, quem diria, a divina máquina humana, que muitos a veem como algo de fato
imexível
Mas, na pressuposição de que não somos nem mesmo muito humanos como manda o ato
A carne não é como um pistão, e nem como um virabrequim, não funciona sem a
dor...
Assim que não fosse, não seríamos sequer mais do que bilhões de células, por
assim dizer
Meio que titubeantes em sermos apenas isso, um turbilhão de fagócitos e neurônios
despertos,
Mesmo que o cálcio nos revele a farmacopeia que o fixe melhor nos ossos, como o
Calcitren
Ou outra medicação melhor que evite a osteoporose quase que cerebral, a carne
encefálica.
O mesmo seria dizer não sofrer, não sentir,
Um Nirvana, Cristo na cruz não sofreria
Posto a carne antes da Ressurreição
Apenas revelou que o Espírito da Lei sobrevive...
domingo, 31 de maio de 2026
SEREMOS MAIS DE CARNE QUE DE MÁQUINAS...
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