Colocarmos
nossa disposição em dia, não esmorecer diante das dificuldades, pois sim, a
vida é uma luta contínua, e estar em combate deve ser uma satisfação para todo
bom soldado. Por vezes a luta é quase oculta, muitos possuem seus trabalhos, sua
saúde para equalizar os ponteiros, e as demandas que se criam a partir dos seus desejos mais inquietos e pertinentes, quais não sejam, aqueles que
porventura não têm nem sequer uma atitude mais nobre de se compartir com aqueles
que necessitem de uma ação enérgica ou, quando muito, não ser assertivo com
relação ao que se roga ser no mínimo um pouco sensato com o próximo. Não
haveria um distanciamento auto explicativo que justificasse um ato insano por
si só, mas apenas naquilo que se revela o espelhamento de uma sociedade onde a
cordialidade e a moralidade necessárias não cedam quando, por vezes a
insanidade de um ser coletivo, ou um pequeno grupamento sobressai. É necessário
sabermos que o ser humano, por si mesmo, pode mudar o mundo, mas isso vem de
uma relação íntima de si para si, pois a coletividade apenas espelha o
pensamento individual, nada apenas do que isso. Não há estamentos coletivistas verticais,
pois isso não dá certo, o que há é um fomento para que sejam dados os alicerces
ao ser para que este possa desenvolver as suas qualidades inatas, e pela
coletividade ser baseado. Naquilo que se infira ser o próprio ser autor de suas
demandas, a coletividade nada mais é do que sua amplificação...
Muitos
são os níveis da fé, por vezes fraquejamos diante de muitos reveses, mas, no
entanto, devemos cumprir com nossas jornadas com a ousadia e o entusiasmo inerentes
à nobreza de bons guerreiros, se nos dispusermos para tanto, mas por vezes é
por meio de uma fé onde encontramos a certeza na frente que nos dispomos a
enfrentar o monstro de frente. Como em uma grande lagoa, não precisamos aceitar
que o dragão que surja e que irá nos devorar possua mais poder do que aquele em que dizemos
a nós mesmos ser efetivamente possível acertar exatamente no alvo, com a lança
de São Jorge: e que nos proteja! Preferivelmente, justo, devemos contar com bons
companheiros na jornada, e que isso sirva para que aprendamos que não é de
pouca madeira se faz uma boa morada, e que a lei sirva de lição para que seus
alicerces sejam tão duradouros como é o tempo entre uma e outra revisão...
Lutar
sempre, assim manda o figurino do drama e das tragédias desta existência, pois
nada é tão simples, principalmente abaixo da linha do Equador. Quando pensamos
estar livres de algo, outra coisa vem e solapa a nossa libertação e um grande
monstro se nos apresenta, sob outra forma, vindo de nações soberbas, com a
arrogância proveniente de outros impérios! E o Cristo, que já derrubara o maior
deles, vem com a força derradeira para fazer sucumbir aqueles que porventura
posam na foto como fortes, mas são vilões e covardes. Destarte, é sob a sua
espada da justiça que porventura nos encaminharemos para uma batalha final,
onde a maldade por vezes encoberta pelos malfeitores travestidos de bons moços
é que se fará do pó o agregado pó dos mortais, e daqueles imortais perante a
fé, a justiça citada dará testemunho de seus atos...
Um povo
encontra na sua libertação a sua força, e será na consecução do desejo de Deus
que encontrará seus artifícios e recursos supremos para que saia vitorioso, se
assim for da voz que profira na grande democracia do planeta. Cada ser
demoníaco, cada ser bestial, cada voz apocalíptica e monstruosa não encontrará
reflexo, pois na integração da esperança, da fé e da ressurreição daqueles que
imantarão o mundo de bondade, é que surgirá um estado de graça que perfará os
dias mais silentes e complementares ao bem estar do planeta como um todo. A
cada ser que nasce, nasce um novo ser... Na edificação do caráter dos antigos,
na reeducação em massa daqueles que porventura não aprenderam ainda sequer os
bons modos, se dará a verdadeira revolução espiritual no planeta Terra. A
fórceps, quem ainda não aprendeu a votar por seus direitos, sendo pobre e
quiser trocar por seus votos uma côdea de pão, a ele seja dada a miséria que
tanto amealha. Mas àqueles que fazem da consciência seu maior relevo, que
porventura sabem bem o que querem, que possuam uma vivência crítica, e que não
são como os fariseus, ou mesmo como o Judas e suas moedas de enforcamento
reflexo, como ordinário arrependido, trabalharão para que o país cresça em
entendimento e possua um juízo crítico comum que faça do entendimento e da
progressiva história em andamento a finalização de mais um pleito e o
surgimento do melhor a se fazer, em termos da soberania pátria, e dos
interesses das massas populares, pois assim é a Lei de Deus.
Nenhum comentário:
Postar um comentário