quinta-feira, 28 de maio de 2026

Entregamos ao paciente a tarefa de contemplar cada fragmento de sua fantasia que lhe parece importante dentro do seu contexto, isto é, examinando-o à luz do material associativo em que está contido, até poder compreendê-lo. Não se trata da livre associação como a que Freud recomendava para a análise dos sonhos, mas da elaboração da fantasia através da observação de outro material da mesma, tal como este é naturalmente agregado ao fragmento acima referido (Jung, 1936a/2012, p. 58).

Nenhum comentário:

Postar um comentário