Naquilo que vertia a sede, sem mais o que tivéramos por ter sido
O pouco que nos atravessa a razão, mas quem seremos senão o oposto
Quando da refração da Lei, quando não podemos mais ser honestos no passado
E temos a crença de que nossos melhores dias foram aqueles desse tempo?
O quanto de sabermos por fora de uma casca, de promessas vãs e inúteis
Perante a fé por vezes cristã, e muitos se arvoram serem o próprio Deus
No duplo viés que não explica logicamente a sanidade de um ser
E destrói a sua alma, corrompendo-a, dentro de si mesmo no outro que
aprisiona...
E que Paulo, o Apóstolo, não soubera de que sua prisão em Roma não fora um
grilhão
Posto martirizado por causa de sua palavra gigante, abdicando de sua vida de
perseguidor
E que já não faria sentido se não pudesse a muitos conceder a palavra Dele.
Querer amar a vida e que se baste, pois somos imortais, perante Cristo nosso Pai
Celestial
E que tenhamos a virtude de possuir a fé suficiente para crer que antes essa
imortalidade
Apenas nos faz negá-la, por sermos um pouco de Tomé, o Santo, que morreu pelo
Pai por pregar a Palavra...
segunda-feira, 18 de maio de 2026
O OUTRO NO “DE SI”
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