domingo, 24 de maio de 2026

No vício da nicotina, o processo de luta ou fuga é ativado porque a substância estimula diretamente o sistema nervoso central, liberando adrenalina e cortisol. Isso coloca o corpo em estado de alerta, semelhante ao que ocorre diante de uma ameaça, e contribui para a sensação de ansiedade e compulsão que reforça o ciclo da dependência. Como a nicotina ativa o mecanismo de luta ou fuga Estimulação dos receptores nicotínicos de acetilcolina (nAChRs): a nicotina se liga a esses receptores no cérebro e nos tecidos periféricos. Liberação de neurotransmissores: dopamina (prazer e recompensa), norepinefrina e adrenalina (alerta e excitação), acetilcolina (atenção). Resposta fisiológica: aumento da frequência cardíaca, pressão arterial elevada, respiração acelerada — todos sinais típicos da resposta de luta ou fuga. Sensação subjetiva: estado de alerta, redução temporária da ansiedade, mas também maior vulnerabilidade a crises de fissura e irritabilidade quando o efeito passa. Relação com o vício Dependência psicológica: o fumante associa o cigarro ao alívio imediato da ansiedade, mas na verdade está reforçando o ciclo de ativação do sistema simpático. Abstinência: quando a nicotina cai no sangue, o corpo reage com sintomas de estresse (irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração), como se estivesse em constante estado de ameaça. Reforço do hábito: o cérebro aprende que fumar “desliga” temporariamente o desconforto, mas isso é apenas uma regulação artificial do sistema de luta ou fuga. COPILOT.

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