Corpo e
mente, a mente se nos mente, muitas vezes, e o corpo se nos revela coisas que
não estaríamos esperando, pois isso são fatores externos, mas podemos agir,
mesmo assim, isso é um fato... Não somos este corpo, já dizia um espiritualista.
Somos espírito, isso é que faz com que cresçamos mais perante nosso próprio eu
interior. Essa busca interna, sobre a vida e a morte, pois sim, quais os
verdadeiros enigmas da existência corpórea, se tudo o que percebemos vem da
sensação, dos órgãos dos sentidos, mas são meio que deglutidos por nossa
essência interna, e temos um controle sobre algo, e sobre outras coisas não
temos controle algum. Na verdade, sabemos que somos cidadãos, e preservamos
nossa integridade física e psíquica, na medida do possível. Sabemos que somos passíveis
de erros, e que as nossas frequências, os nossos dissabores, ou a influência de
certas pessoas nos põe irados, ou mesmo com rancores, pois nem sempre nossas
emoções sabem lidar com falhas de caráter, com a indolência, com a
procrastinação, com funcionários péssimos, com aqueles que achamos que não
possuem caráter, mas será que muito disso tudo não seria uma projeção de nós
mesmos nas pessoas que cremos falharem, e que ao não aceitarmos a nós mesmos,
não aceitaremos alguém que porventura erre um milímetro, será que nossa intolerância
não deveria ser melhor equacionada pela leitura que devamos fazer de nosso
próprio caráter? Um espelhamento disso é um viciado supor que está menos
viciado do que alguém outro, e faz uso da droga, álcool e etc, para se ter a
anuência de si mesmo que tudo é possível no reino da cinderela que cria para si
mesmo, pensando poder ter esse mérito, enquanto o veneno já dá sinais de que
alguma anda mal nesse mesmo reino...
Alimentarmo-nos
de refrigérios espirituais, da palavra bíblica tão somente, não nos conforma
sermos mais fortes muitas vezes, mas o vício do tabagismo, um dos piores sobre
o planeta, quando pega nos dobra por vezes dando verdadeiros nós em pingos d’água!
Já dizia um irmão qualquer, o corpo, a morte, tudo o que pensamos disso tudo,
muitos já se foram, e a morte é a única certeza da vida, isso é tão certo
quanto alguns matrimônios gerarem filhos, mas hoje nem todos por igual, pois
muitos sequer querem saber de gerar algo que não seja riqueza e poder,
estendendo os tentáculos corporais, como se isso fosse realmente importante,
mesmo que as impressões que temos de uma sociedade não sejam tão avassaladoramente
cruas. A sociedade produtiva, onde um pino de borracha só vale pela flexibilidade
e encaixe, senão já perde para um de aço, por durabilidade e resistência.
Muitos
não sabem ou sequer imaginam os quilates do sofrimento humano, e na realidade
não querem saber, só tecem considerações em termos de prognósticos, ou de
resultados, mesmo que a alguns lhe pareça melhor morrer, como o foi a Sócrates
ou a Bill, o fundador da irmandade dos AA. A outros lhes pareça que, antes de
ser escravo de qualquer substância, guardam vitórias anônimas e lutam para
sobreviver na esfera do planeta, essa briga de foices contra o esqueleto da
morte, com seu manto assustador, esta imagem ilusória que não passa de
transição, quando muito. Outrossim, devemos lutar bravamente contra ela, não apenas
quando estamos em recuperação nobre contra um vício, mas igualmente quando não
nos resta mais nada a não ser irmos para a guerra e sentirmos no pescoço a
lâmina de uma baioneta, quando justamente haveríamos escapado por todas as
veredas, e nosso corpo vira propriedade de uma nação que nos manda para a
Guerra, sem por ela tecermos consideração de que a vida pede a passagem, e este
que vos fala seria um “desertor orgulhoso”, pois não é nada confortável ser um
escravo de desejos de nações, quando em conflito com outras quando, no mais das
vezes, o motivo encerra em si mesmo a Natureza dos imperialistas, de cunho
econômico, ou mesmo de ingerências políticas ou religiosas...
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