No mar, em águas tranquilas repouso em ti, ou na vereda da orla, com o bambu na
estação
Ao que o dia soturno respira mais ventos, e eu respiro o movimento dos pássaros
Qual, não fora o dia uma questão de ordens e estamentos, mais uma batalha se me
espera
E o estoicismo Cristiano, não se surpreenderá se for eu um ser mais resiliente
do que a águia
Sem opor no que não se opõe, sem dar trocos, sem submergir na vertente de mais
do que um dia
Mesmo sabendo que a fúria louca dos imortais da literatura virá para prosseguir
em poesias cruas
Sobre as ruas da vida com a profusão de frentes inomináveis de credos e
falcatruas
Conformes com as aves de rapina que pensam exercer um poder maior do que
realmente possuem
Nas escalas derradeiras de um tempo que não passa apenas crivelmente, mas sob
os alvitres da fé diamantina...
quinta-feira, 14 de maio de 2026
CANTAM-SE AS PEDRAS
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