quinta-feira, 14 de maio de 2026

CANTAM-SE AS PEDRAS


No mar, em águas tranquilas repouso em ti, ou na vereda da orla, com o bambu na estação
Ao que o dia soturno respira mais ventos, e eu respiro o movimento dos pássaros
Qual, não fora o dia uma questão de ordens e estamentos, mais uma batalha se me espera
E o estoicismo Cristiano, não se surpreenderá se for eu um ser mais resiliente do que a águia
Sem opor no que não se opõe, sem dar trocos, sem submergir na vertente de mais do que um dia
Mesmo sabendo que a fúria louca dos imortais da literatura virá para prosseguir em poesias cruas
Sobre as ruas da vida com a profusão de frentes inomináveis de credos e falcatruas
Conformes com as aves de rapina que pensam exercer um poder maior do que realmente possuem
Nas escalas derradeiras de um tempo que não passa apenas crivelmente, mas sob os alvitres da fé diamantina... 

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