O titubeio por vezes é uma seara determinista, mas não totalmente imprópria
Posto que lutemos, e por vezes nossas pernas fraquejam, ou estamos mais gordos
E comemos, somos compulsivos, e evitamos fumar comendo mais um caramelo,
E outro e mais de cem por vez, mas por outras, sabemos que a vitória se faz
Naquele citado titubeio, quando há um progresso, ou a manutenção dele.
Qual Lenine e Mao, grandes estrategas, a vitória dependeria da paz de suas
nações
Quando suas massas, ávidas de transformações, urgiam por lideranças, e assim
somos com nossos corpos
E seus bilhões de células, suas centenas de razões, suas dúzias de presunções e
ressentires,
E não falharíamos, quando já vitoriosos perante um vício tremendo do álcool,
trunfo e medalha ao mérito,
E damos tempo ao tempo, e a seta no alvo foge e bate fora da moldura redonda...
Ah, sim, que Marco Aurélio, o grande Imperador nos ensine, que sua vida
apontada foi um exemplo,
Naquilo da moralidade nada funesta, pelo contrário, extremamente virtuosa, mas,
qual não fosse,
O Triunvirato do Pai, do Filho e do Espírito Santo vem na forma de três Poderes
em Um,
Reafirmando que, entre escalas, escolas e vertigens, somos na verdade uma
consciência
Onde urge sabermos que será na premonição cristã que estaremos mais a salvo,
bendito seja!
quarta-feira, 20 de maio de 2026
AS CONQUISTAS SÃO ACERTOS NO ALVO, MAS NEM SEMPRE NA MOSCA
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