Além dessas brincadeiras, Jung também esculpia em pedra, pintava e escrevia sobre suas fantasias. Quando se sentia muito perturbado, praticava exercícios de ioga, até se sentir mais tranquilo e poder voltar ao trabalho com as imagens. Até o ano de 1900, tinha o hábito de escrever diários e, em 1914, segundo Bair (2006), achou que reviver esse hábito poderia ser uma abertura útil para a auto-observação, a meditação sobre o inconsciente e o que ele então estava chamando de estados interiores – e que mais tarde chamou de processo de individuação. (...)
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