Já
sabemos por outrem quando estávamos na juventude que um idoso não tem mais a
vitalidade de um jovem, e que o tempo vai passando, mas que nosso espírito,
isso devamos saber, esse não envelhece, no mais, pode se corromper, pode se
sujar um pouco, mas na reação espiritual de não prosseguirmos levando a termo
os caminhos da fé, seus deveres, e a ciência de Deus, não estaremos em busca de
um vida plena, e isso deve fazer todo o sentido não só ao religioso mais
experiente, mas também ao leigo que começa a sua senda religiosa, em uma Igreja,
quando empreende seus estudos em direção à citada religiosidade.
Quando
conformamos o bem portar-nos perante o próximo, cumprindo os deveres sociais,
quando somos cidadãos de bem, estaremos diante dos outros, estes com suas
idiossincrasias, meio que equalizando situações, nas coisas que não nos
pertencem intrinsecamente, mas seja através da tolerância, da bondade, dos
sentimentos que nos conduzam ao amor pleno, seremos gratificados com uma vida
em abundância, mesmo que certos sacrifícios impostos pelas vertentes dos nossos
caminhos sejam algo que devemos superar em nós mesmos, e aí vamos contar com os
nossos próprios atributos, nossa fé em Deus, nosso Senhor, e como podemos
cumprir a jornada diante de desafios por vezes monumentais, como o que por
vezes enfrentamos quando estamos reféns de substâncias como o álcool e as
drogas como um todo, aí incluída a nicotina, quiçá uma das piores de todas.
Seremos mais puros espiritualmente se considerarmos que cada qual carrega uma
cruz na sua jornada neste mundo, pois nada é absolutamente certo, e muitas das
dificuldades que encontramos possuem justamente em nosso corpo os óbices mais
permanentes, e na nossa mente os tropeços mais sutis... Quando acordamos
podemos estar com temores ou outros sentimentos, como o de culpa, sobre o que
fizemos no ontem, ou o que estará por vir no hoje, ou mesmo na semana que surge
e irrompe. Nessas horas, devemos crer no Salvador, naquele que, ungido por
Deus, nos deu de sua Palavra para que pudéssemos abraçar as vicissitudes com
garbo e galhardia, e muitos dos estoicos também nos ensinam que devemos ser
resilientes e entregar as intempéries àquilo que conhecemos por um Poder Maior
do que nós, que sabe mais daquilo que foge ao nosso controle, e devemos meditar
um pouco sobre, como se pudéssemos nos esquivar de todo o estorvo em que não
diz ao nosso caráter mais substancial.
Pensemos
naqueles que muito sofrem, pensemos que a vida sem Deus é nada, e com Deus é
tudo... Não é figura de retórica essa afirmação, pois somos testemunhas do que
a superação dos que possuem uma fé inquebrantável em Deus construiu em suas vidas,
principalmente no milagre da cura e na salvaguarda da reconstituição em crises
familiares, ou mesmo em dificuldades financeiras. No entanto, sabermos que
somos imortais nos é facultado pelo fato de que espiritualmente daremos continuidade
à vida depois da separação entre nosso corpo e nosso espírito. E que o Espírito
Santo nos faculte esse entendimento, pois esse dom de sabermos discernir o que
é certo do que é errado é uma sabedoria que aprendemos com nosso aprendizado
religioso, nossa devoção e estudo, nossa fé e percepção ampliada dos fatores que
levaram a nossa vida a crer Naquele que morreu na Cruz e ressuscitou para revelar
à humanidade que Deus de fato existe, e está entre nós...
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