segunda-feira, 18 de maio de 2026

A VIDA VEM DA VIDA, E POR ELA VIVEMOS...


                Já sabemos por outrem quando estávamos na juventude que um idoso não tem mais a vitalidade de um jovem, e que o tempo vai passando, mas que nosso espírito, isso devamos saber, esse não envelhece, no mais, pode se corromper, pode se sujar um pouco, mas na reação espiritual de não prosseguirmos levando a termo os caminhos da fé, seus deveres, e a ciência de Deus, não estaremos em busca de um vida plena, e isso deve fazer todo o sentido não só ao religioso mais experiente, mas também ao leigo que começa a sua senda religiosa, em uma Igreja, quando empreende seus estudos em direção à citada religiosidade.

                Quando conformamos o bem portar-nos perante o próximo, cumprindo os deveres sociais, quando somos cidadãos de bem, estaremos diante dos outros, estes com suas idiossincrasias, meio que equalizando situações, nas coisas que não nos pertencem intrinsecamente, mas seja através da tolerância, da bondade, dos sentimentos que nos conduzam ao amor pleno, seremos gratificados com uma vida em abundância, mesmo que certos sacrifícios impostos pelas vertentes dos nossos caminhos sejam algo que devemos superar em nós mesmos, e aí vamos contar com os nossos próprios atributos, nossa fé em Deus, nosso Senhor, e como podemos cumprir a jornada diante de desafios por vezes monumentais, como o que por vezes enfrentamos quando estamos reféns de substâncias como o álcool e as drogas como um todo, aí incluída a nicotina, quiçá uma das piores de todas. Seremos mais puros espiritualmente se considerarmos que cada qual carrega uma cruz na sua jornada neste mundo, pois nada é absolutamente certo, e muitas das dificuldades que encontramos possuem justamente em nosso corpo os óbices mais permanentes, e na nossa mente os tropeços mais sutis... Quando acordamos podemos estar com temores ou outros sentimentos, como o de culpa, sobre o que fizemos no ontem, ou o que estará por vir no hoje, ou mesmo na semana que surge e irrompe. Nessas horas, devemos crer no Salvador, naquele que, ungido por Deus, nos deu de sua Palavra para que pudéssemos abraçar as vicissitudes com garbo e galhardia, e muitos dos estoicos também nos ensinam que devemos ser resilientes e entregar as intempéries àquilo que conhecemos por um Poder Maior do que nós, que sabe mais daquilo que foge ao nosso controle, e devemos meditar um pouco sobre, como se pudéssemos nos esquivar de todo o estorvo em que não diz ao nosso caráter mais substancial.

                Pensemos naqueles que muito sofrem, pensemos que a vida sem Deus é nada, e com Deus é tudo... Não é figura de retórica essa afirmação, pois somos testemunhas do que a superação dos que possuem uma fé inquebrantável em Deus construiu em suas vidas, principalmente no milagre da cura e na salvaguarda da reconstituição em crises familiares, ou mesmo em dificuldades financeiras. No entanto, sabermos que somos imortais nos é facultado pelo fato de que espiritualmente daremos continuidade à vida depois da separação entre nosso corpo e nosso espírito. E que o Espírito Santo nos faculte esse entendimento, pois esse dom de sabermos discernir o que é certo do que é errado é uma sabedoria que aprendemos com nosso aprendizado religioso, nossa devoção e estudo, nossa fé e percepção ampliada dos fatores que levaram a nossa vida a crer Naquele que morreu na Cruz e ressuscitou para revelar à humanidade que Deus de fato existe, e está entre nós...

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