Pedimos a
passagem, por vezes nos negam,
Estamos na fronteira entre o
palácio e a aurora,
O tempo nos diz nas frentes da Europa, nas
tribos de Israel,
E que a nós parecer possa, a paz é um
semblante crivado
De intenções que possam parecer insanas, mas
poderia ser intencional.
E as flechas dos cupidos da vida
nos fazem amá-la
Como um amor incondicional, como obra da fé
diamantina,
Algo que muitos negam, mas por si só é vertente e
caminho…
Seria dizer muito de um sacerdócio em que a
sensatez é tarefa hercúlea?
E a paz, esse cristal sereno
que se esvai muitas vezes em nosso peito
Quando o essencial urge
sermos mais severos conosco mesmos
Ou mesmo nos momentos em que
nos esquecemos de depor armas
Dando as tréguas necessárias
pontuadas por diálogos com as nações.
Seria tão fácil
se os mandatários das nações se recusassem a matar,
Mas
voltam sempre com o mesmo argumento, de que as pessoas tem na
guerra
Uma questão de história, mas por fim seria o outro
argumento, de que a Verdade
Não suponha ser a mentira o
silogismo dos fracos, pois não há lógica na maldade...
sábado, 23 de maio de 2026
A VIDA E A PASSAGEM PARA A PAZ
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário