Seguiria o barco, rumo a uma festa sem igual
No amplexo de se ter a promessa dúbia de um dia alcoolizado
Onde um republicano falasse a outro, tal pessoa está equivocada
E botaremos uma pá de cal nas democracias progressistas do planeta!
Agentes que se reduzem a vinténs furados, na semântica das palavras libertárias
Se reúnem em grupamentos reflexos, preparando algo quase de coletivo
Traçando os influencers mundo afora
seus aforismas lacônicos
Onde quem moraria no sul não dispusesse de talentos maiores...
Assim se fosse, um dia de sábado de Carnaval, a plena festa da carne
E outros homeless estariam em Beverly
Hills, a escrutinar os votos das drogas
Ou parafrasear que uma nação porventura já não tivesse sua decadente praga
A ressuscitar cornos no elefante branco das questões quase tecnológicas de
improviso.
Afora um país já afeito a um desenvolvimento continental, a pátria seria algo
mais proveitoso
Quando passa a enquadrar subversivos frente a frente com a tentativa de domínio
colonial
No que versem as palavras ditas, ou aquelas que não foram pronunciadas
Dentro do formato congenial da semântica de uma vida onde o problema cessa de
existir, de fato.
sábado, 1 de março de 2025
O PARADOXO DOS VINTÉNS
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