Não tema, juventude, posto sem ti não há vida
Na esfera de dizermos às claras o sentir e nosso desejo de mudar
Sendo que, em certas resenhas, que construamos nossas opiniões,
E olhe que não pertenço a categorias que não me impeçam de partilhar de um papo
aberto...
Na vertente da coragem, mulheres de brios, que teçam vossa presença em um
domingo pleno
E que sejam a voz de um elo que una um veterano a outros, liberais e
conservadores
Pois é através da página do tempo que existem os manifestares mais amplos de um
viés
Que não nos impeça de espalhar nossa consciência bravamente, nem que o seja por
um intervalo...
Uma crítica sadia faz parte do pensamento que una os povos em busca de
recuperar um tempo
Em que o silêncio era moeda de troca, e onde se respirava melhor a gaita de
oito baixos
Onde já o tango pontuara ser a vida melhor do que a solitudine de estarmos mais
afeitos a hormônios
Em que, saibam, já as trago da mulher o que ela é de mim, e a mulher em si
liberta quando efetivamente presente...
Não teça óbices, juventude de fêmeas passantes do tempo, pois há sabedoria
naquelas
Que viveram períodos sombrios na americana pátria dos destinos
Quando se saberia dizer outro homem que, tal como Neruda
Estivera com Matilde sempre: sua eterna companheira...
domingo, 10 de novembro de 2024
RESSALVAS À PARTE
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