Muitas passagens do ser, qual, não estarmos afeitos a opiniões
Mesmo sabendo que não seremos tão regulares diante delas
Posto a crença mais íntima por vezes se quebra qual graveto frágil
Diante de um muro de nossos preconceitos mais renitentes
Ao que seremos apenas a projeção íntima do que seja uma nação que adoramos...
Quais servos, temos toda uma família que seja influente, a opinião de um ex-cônjuge,
Um patriarca que tenha nos educado, uma escola de zona sul, ou azul da cor da
Itália dos vinhos
Que coloque sombras naquilo que antes encontráramos como verdade, mas que no
fundo
Seja quase de um inconsciente cultural atávico, que remonta a ancestralidade da
nobreza
E seus signos europeizantes, que tanto nos influenciaram o nosso berço, mas
igualmente as nossas posições mais crus e existenciais.
Porventura são outros os ícones da cultura, e que abramos a ciência de vermo-nos
não tão influenciados pelo Velho Testamento,
Como testemunho algo solene do que poderia ser um homem, espelhado na difusão
de uma querida mulher
Que em outras veredas supõe encontrar seus dias com seus problemas, e no purismo
de uma carta refletida no vento da boa nova
Não saberia mais sequer a referência cabal do que seja efetivamente correto
afirmar ou mesmo pensar a respeito
Posto no Oriente o poeta vai buscar novas formas de se apreender novas realidades
E será na antiga Índia que encontrará Krsna, um Deus imperecível, Pai de sua
Natureza mesma!
E relutantes não sejamos, pois os dias não se encontram sempre com as noites
E antes o que fora uma predisposição espiritual, mais palavras seriam ditas
Na estafante porém renovada forma da poesia ser refeita, na tua linha do tempo, mulher,
Que não queiras sequer refletir em tua alma dura como o aço, posto sermos por vezes frios
Como o próprio gelo dos Himalaias que lá estariam diante do mundo
E que sói encontrar os monges e Shiva, adormecido diante de sua própria meditação
Para quem não queira crer porque ele se tornara o maior devoto de Deus nos universos...
E posto ser infinita a sua influência cósmica, diante do altíssimo reverbera uma energia que não cessa
Mesmo que passe a não existir diante de mil anos de civilização, e que a carne perecível dos homens e mulheres que se vão
Adiante não se lembrarão jamais de suas vidas passadas, mas para um semideus
Sempre se saberá da origem e destino de sua missão em qualquer planeta a que seja enviado.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
QUIMERAS PASSADAS AO LARGO
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