És manto, ser, o encontro que desconhecia na Mesoamérica, qual,
O que não diria, as pessoas tão circunflexas, de uma única crença
Porquanto os índios sabem muito do ser que reside no animal
E que de caça e coleta saberiam muito mais, na ida à floresta, ao tonal:
O dia, o sol, o destino, o cosmos, saberíamos que o somos do planeta devastado...
O espírito de sermos adiante, a gaivota que se funde com a verdade, o mar, que
está ao lado,
Seres que somos, seres que seremos, e tudo se resolveria com uma cópula
Quando, na verdade, somos sacerdotes e outros cargos, professores, anciãs,
gêneros de cultura diversos,
A face de uma barista tatuada que deixa passar o tempo eterno enquanto consome
a marijuana
Enquanto os antigos Maias se alucinam com plantas, mudando de almas por várias
Naquilo de difícil compreensão, se tornam outros seres, inumanos, bichos, xamãs,
E antigos segredos se fazem, na simples concepção de um ser humano
Estar em comunhão com a Natureza é o seu nahual supremo, e que Krsna nos
acompanhe sempre!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
“NAHUAL”
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