domingo, 16 de novembro de 2025

DESTINOS...


Das ferramentas que dispomos na existência, quem sabe, uma pá e uma enxada,
Sejam mais do que suficientes para a empreitada da obra de quem somos,
A ver, construtores de nossos destinos, na matéria que nos assoberbe tanto
Que a areia consuetudinária de nossos mais calorosos ventos
Sofre a ação de um imorredouro tempo em que navegam os nossos ancestrais
Por sobre as alfombras irrequietas de pacientes vírgulas que deixamos no espaço
Na mesma condição em que rótulas nos singrem as escumas das águas
Enquanto nossos corpos, animados por um espírito, consagram as jornadas dos dias...

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