Quem dera não fôssemos sempre aquilo, ou isso,
No que pregam muitos, e as finanças falam...
Os que se desapegam o fazem, consuetudinariamente
Nos conformes de quase desatinos, posto não é usual.
Nas vicissitudes da matéria, os deveres, a transmutação da alma,
O átomo que não vemos, mas seus corpos reunidos...
Sementes da alma, qual não fosse, uma prashada, um néctar,
Um proceder de comer algo espiritualizado, sim, é quase uma causa!
As nossas tatuagens do tempo, e qual seriam elas, senão nódoas em nossa carne
Quando desfilamos com nossos super heróis estampados em braços e pernas.
Aquilo que pensávamos fosse algo que nosso critério não anunciava
Pois que seja o simples modo da alma, o brotar de nossa semente mais íntima.
Essa miríade cultural, uma nação do planeta nação, algo que remonte que
saiamos
Do ovo consorte da serpente, de uma fração em compreender quase o suficiente.
Um dragão de fogo, um cristal alquímico do verso e, se não fosse tal o suficiente,
O seio de uma face, ou uma coluna verde de alabastro frente a um prumo
incandescente...
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
SEMENTES DA ALMA
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