A engrenagem fala e falta, por vezes,
A ponto da carroça antiga respirar pelos caminhos...
No que distasse a performance da exclusão, não que o fora, justamente,
Não haveria harmonia na profundidade de alguma palavra sequer pronunciada
E o que antes fora sede haveria de ser a cera de alguma vela já queimada até o
toco
Sobre um funeral onde não haveria sequer identificações maiores.
Haveria sim a suposição gigante de que talvez uma recuperação consonante
Não fosse de todo impossível, a organicidade da citada engrenagem,
Os vieses da peça que faltara, uma correia de um carro,
A eletricidade subjetiva no cérebro humano, o respirar de um pássaro e seu
canto!
Conforme os meridianos de nossas frentes, a supressão de diásporas energéticas,
Os mecanismos de defesa: as transferências, resistências e
contratransferências,
A linguagem pausada e nula, os desavisos, todas as peças que são montadas em um
cenário
Ensurdecem sobremodo o panorama mais longo em nos apercebermos que nem tudo é
paisagem abaixo do Equador...
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
PEÇAS DE REMONTAGEM
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