Morro e desperto todos os dias, impotente, diante de tudo e todos,
Diante dos meus próprios desastres, diante da vitória que jamais existira,
Diante de gente que mexe com o Poder como se fosse um brinquedo de apertar
botões
E, se tal não fora, os bandidos são assassinados mesmo sem serem bandidos
Por serem negros ou mesmo suspeitos de algo, posto estamos em terra conflagrada...
Não, que o renascer em cada despertar, eu já morri diversas vezes e, morto,
prossigo,
Mesmo que queirais que não viva sequer para dizer que, sim, eu não bebo,
Mas fumo de todos os fumos do mundo, a saber, do tabaco que tanto amo,
E que minha morte derradeira há de ceifar, como dois a dois serão mais que
seis...
Destarte, rainhas da cocada, jamais me encontrareis em minha fornada fria
Em que, quem sabe da jornada da esperança eu me encontre com a única pessoa que
jamais amei
Que é tu, mesmo, Krsna, e tens o Teu nome, e ninguém, mesmo me matando aos
poucos,
Me irá dissuadir dessa certeza, pois a morte experimentada pela nova medicina,
que alimenta cadáveres que andam,
Essa morte não me seja poupada, que quero ser um deles, bem sintetizado, fui
claro?
A única esperança que tenho é que a experimentação científica não vire uma tese
da IA,
Pois os diabos estão aí para suscitarem a veia que encobrimos dentro de uma
pressuposição lógica
Por sabermos que o sangue de um homem vale o que se observa, a saber se tem
alguma outra droga
Que não seja apenas aquela que a psiquiatria tão precisamente vem administrando
e, o que nos torna mais felizes,
É saber que nem toda a relação sem fecundidade, nas comissuras diabólicas, vem
a dar no fogo
Que esperamos saber pela alquimia da vida, seja o serpentino da virtude da
energética descoberta do pecado.
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
O RETORNO DA VIDA, ESSE “ETERNO” QUE NÃO CESSA
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