Monumentais ciências, profundidades do abismo em se ter
Algo a se montar distâncias, coisas no pretender alterno
Quando a efígie de um busto, quem sabe enalteceria o simbólico...
Mas, quem diria, uma mulher, um homem, ou vários, perdidos
Nas sombras que tecem em sua afirmação egóica
Quando, incapazes de se despir frente ao “Grande Outro”
Se refestelam em versos que inacabados tecem a diáspora do nada.
Que subalternos seriam os escapes de uma diagramática equivocada peça gráfica
Se as estrofes antigas ainda são a base do entendimento dialético da arte!
Nada se diria abaixo da linha, pois se trata apenas do Equador, a mata, os
índios, tudo...
A COP dos incluídos não se ressente ao menos daqueles que fazem seu papel
E se preocupam em não desfazer a conquista frente a frente, não se imiscuem
covardemente
À não participação, dentre tudo o que se pensa na medida em que se prossigam os
trabalhos.
E um que já não se intoxica tanto pelo tabaco, e reduz a influência de tamanhas
toxinas, mais de 4000,
Posto, a sentir na carne de seu espírito que, sim, é possível não ser mais um
adicto
E primar pela segurança jurídica de seu pulmão, a saber, com tantos paus em que
se faça uma canoa
Aquele da quilha é o que dará o rumo, isso de madeira maior, isso de sustentação
central
Quando o que se pensa justamente é a mesma axis que dê um simples
retorno estrutural...
terça-feira, 11 de novembro de 2025
EFÍGIE DOS TOLOS
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