Não nos fossemos reducionistas demais, a saber, que a expressão não importe a
quem leia,
Posto a expressão de per si, qual não fora, a verve, algo de diplomacia
metafórica,
Um senão quase explicativo do ser que não se tinha uma crível ideia
Àquilo que supúnhamos insubstituível no escopo mesmo de uma validação quase
cromática.
Tentemos veredas onde o bem se encontra arraigado, e contendas maiores não
suponham réguas
Ou rotulagens quase primitivas, daquilo do consumo que se evanesce, qual planta
que passamos
A não regar, posto erva que não é boa para o jardim nosso de cada dia
E que se passa pelos dias quando assumimos cuidar do citado pedaço de terra.
O que antes não fosse sequer uma palavra, agora pode ser consubstanciada como
veio poético
Nas velhas questões de imagens da sintaxe que dispomos como um tipo de recurso
Onde antigas e livres associações reiteram a grande alquimia de sentimentos
superlativos
Com o crível de se ser supostamente aquilo que de monta quase fabricamos por
encomenda...
A substituição dos ciclos da vida por especulações de toda a ordem, pode não
ser algo que se encontre
Com a paráfrase de todo um contexto, algo que não nos iluda em seus significantes
Posto sabermos que nem todo o cavalo puxa charretes, e nem toda pedra é imensa,
Mas que na água encontramos muitas vezes como simplesmente saciar a plenitude
de nossas sedes.
domingo, 26 de outubro de 2025
ASSUMPÇÃO NA METÁFORA DO SER
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