Um lutador luta, mas luta por vezes e perde,
E no vício sucumbe, e retorna, e espera horas...
Qual não seria o fato de que a medicina quiçá esteja magoada
Por saber que ele é fraco o suficiente para tecer crítica escusa.
O guerreiro estará despojado de suas armas, não lutará mais entretanto
Quando a sua fímbria estabelecer a forma inequívoca de uma razão que possa enobrecê-lo.
Qual seja, um lutador não feneça na derrota, posto mesmo com sua deposição no
front
Saberia ir para a retaguarda, descansar e meditar um pouco nos seus fracassos?
O viés de nossas batalhas seria algo mais alto do que o mundo que persiste em haver
A consonância que brilha em seu fulgor algo do sono em que o guerreiro não
consome o tabaco...
Triste sina, a deposição do guerreiro, quando o sabe ser impossível lutar
sozinho
Quando o melhor de seus estados anímicos, espirituais, sejam a motivação de ser
plural.
No coletivo de dois, segue-se a dois a dois, quem seja, fora o mundo mais amplo
Do que a vertente mais afeita a nódoas do tempo, seria uma frente ao guerreiro
que retorna – sempre – à sua luta.
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
GUERREIRO DEPOSTO
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