quinta-feira, 2 de outubro de 2025

A INVESTIGAÇÃO DA ALMA


               Por vezes você está em um local, uma empresa, ou similar, um restaurante que, por meio de convivência e prática de se saber a real Natureza ideológica do empreendimento, essa engrenagem funciona como uma máquina, uma máquina que por vezes estará mais próxima do fascismo do que você supõe. Não que você se opusesse a esses subversivos a uma ordem estatal, porquanto você está dentro de um Estado onde o perfil de Governo coloca a proteção quase política a certos sítios, mas essa engrenagem, por sua experiência prática na investigação da alma, encontrará a maior parte de seus funcionários comprando a guerra de Israel contra os Palestinos, e sua aversão natural pelos socialistas, e sua aversão pelas forças da PM, quiçá, e isso são suspeitas não de todo infundadas, de que a droga faz parte da pulsão que move e azeita o funcionamento da citada engrenagem... Em uma outra ponta, uma mulher, misto de ariana tardia com estadunidense, teceria críticas que o que você colocara na sua concepção ou mesmo na apreensão do significado que sua intenção lhe ditara, critica sem fundamentos ou vocabulários completos, na franca acepção de um juízo incompleto, assim como funciona a rede e seus incompletos recursos, pois apenas na presença de um modus operandi é que podemos nos sensibilizar sobre a realidade e a ficção que, sem sombra de dúvida, nos ajuda a projetar, jogando os verdes para ver a reação de certos “capangas”, geralmente mais desprovidos, no que sua reação acaba por confirmar certas suspeitas com relação à organização em que lançamos os dados e recolhemos porventura uma boa pontuação.

               O que sabemos dentro do escopo do capital é que existe toda uma preparação prévia para que certas empresas recebam aquilo que porventura seja a clientela do fim de semana, geralmente pessoas que tomam o partido de Trump, da extrema direita, do fascismo, não são absolutamente nacionalistas, e se utilizam, dentro de uma especulação óbvia de uma antessala do que venha a ser a estrutura criminal dentro do pressuposto daquilo a que se pretende o fascismo importado da Itália, a modalidade da máfia, ou pelo menos o que alguns mentores puderam aprender com essa experiência. A simpatia pelo tráfico, como em conversas anteriores travadas com membros da equipe, a empatia pelo Comando Vermelho, que pelo visto é a conexão pela qual se lavaria o dinheiro dentro dessas empresas, e quanto isso não valeria em termos de ganho financeiro, a saber, se não teria nesse escopo fortes apadrinhamentos políticos, pelo viés da permissão fascista, onde toda a engrenagem passaria a funcionar, e até que ponto pessoas do Mossad ou da CIA estariam envolvidas, a se bem entender suas bandas podres... É citada essa modalidade pois uma gestão tem que possuir um cerne, um núcleo, quiçá a mesma ideologia central que norteie, e se o problema passa apenas pela lavagem de dinheiro, ou mesmo pelo comércio ilícito, o principal a saber é da engenharia em que a dita máquina ou engrenagem passa a funcionar dentro desse cerne, ideológico ou não, pois por vezes se colocam várias frentes para que o capital possa trabalhar entrando de forma inabalável, e é mister saber que na realidade a falta criteriosa de pruridos perfaz que a honestidade do “negócio” passe ao largo, proforma, apenas formalmente funciona perante o fisco, mas a suspeita passa a ser coisa concreta, obviamente, pela prática da investigação in lócus.

               A alma das serpentes é um tipo de alma que sói reconhecermos mais de perto, assim como alguns seres demoníacos, e isso mais não é do que fruto apenas da ganância desmedida, assim como nos EUA – e o Brasil pegando esse rescaldo – o que antes era fruto de uma consciência coletiva passa a querer se denominar consciência corporativa, o que espelha que seja a individualidade do chamado gestor ou CEO da organização, que muitas vezes trabalha duramente para preservar o patrimônio, justamente quando as grandes corporações matam a consciência coletiva mais humanizada, tornando fria a acepção de um grupo ou empresa, emprestando um caráter espiritual um pouco demoníaco na sua acepção materialista mais ampla quando pega a terminologia espiritual como lugar comum ou, como já citado acima, pretexto cabal de que o lucro seja toda a questão de existir na gestão de algo, fria e secamente falando.

               O uso indiscriminado de material humano já em processo degenerativo apenas realoca para funções cristalizadoras da podridão desse egoísmo operacional, para manter certa estrutura, esta já vinculada a outra e mais outra e, quando na questão do uso das drogas, a ciência da maldade e de um espírito maquiavélico de se obter algo a qualquer custo, seja como for onde nenhum tipo de ética prevaleça. Daí supõem-se os seres invisíveis das ruas, que sequer podem entrar em certos estabelecimentos, ou como em sampa, sequer podem descansar sobre pedras pontiagudas colocadas sob os viadutos com essa finalidade... Essa gente mereceria um Estado Socialista, cada vez mais essa urgência se torna necessária, e teremos que trabalhar igualmente e duramente inclusive para que os jovens trabalhadores já não precisem mais trabalhar com o uso quase compulsório da coca para que possam manter ritmos desumanos na grande engrenagem de um tipo de esteira produtiva, onde quem manda via capital fica sendo o império financeiro e corporativista.

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