Por
vezes você está em um local, uma empresa, ou similar, um restaurante que, por
meio de convivência e prática de se saber a real Natureza ideológica do
empreendimento, essa engrenagem funciona como uma máquina, uma máquina que por vezes
estará mais próxima do fascismo do que você supõe. Não que você se opusesse a
esses subversivos a uma ordem estatal, porquanto você está dentro de um Estado
onde o perfil de Governo coloca a proteção quase política a certos sítios, mas
essa engrenagem, por sua experiência prática na investigação da alma,
encontrará a maior parte de seus funcionários comprando a guerra de Israel
contra os Palestinos, e sua aversão natural pelos socialistas, e sua aversão
pelas forças da PM, quiçá, e isso são suspeitas não de todo infundadas, de que
a droga faz parte da pulsão que move e azeita o funcionamento da citada
engrenagem... Em uma outra ponta, uma mulher, misto de ariana tardia com
estadunidense, teceria críticas que o que você colocara na sua concepção ou mesmo
na apreensão do significado que sua intenção lhe ditara, critica sem
fundamentos ou vocabulários completos, na franca acepção de um juízo
incompleto, assim como funciona a rede e seus incompletos recursos, pois apenas
na presença de um modus operandi é que podemos nos sensibilizar sobre a
realidade e a ficção que, sem sombra de dúvida, nos ajuda a projetar, jogando
os verdes para ver a reação de certos “capangas”, geralmente mais desprovidos,
no que sua reação acaba por confirmar certas suspeitas com relação à organização
em que lançamos os dados e recolhemos porventura uma boa pontuação.
O que
sabemos dentro do escopo do capital é que existe toda uma preparação prévia para
que certas empresas recebam aquilo que porventura seja a clientela do fim de
semana, geralmente pessoas que tomam o partido de Trump, da extrema direita, do
fascismo, não são absolutamente nacionalistas, e se utilizam, dentro de uma
especulação óbvia de uma antessala do que venha a ser a estrutura criminal
dentro do pressuposto daquilo a que se pretende o fascismo importado da Itália,
a modalidade da máfia, ou pelo menos o que alguns mentores puderam aprender com
essa experiência. A simpatia pelo tráfico, como em conversas anteriores
travadas com membros da equipe, a empatia pelo Comando Vermelho, que pelo visto
é a conexão pela qual se lavaria o dinheiro dentro dessas empresas, e quanto
isso não valeria em termos de ganho financeiro, a saber, se não teria nesse
escopo fortes apadrinhamentos políticos, pelo viés da permissão fascista, onde
toda a engrenagem passaria a funcionar, e até que ponto pessoas do Mossad ou da
CIA estariam envolvidas, a se bem entender suas bandas podres... É citada essa
modalidade pois uma gestão tem que possuir um cerne, um núcleo, quiçá a mesma
ideologia central que norteie, e se o problema passa apenas pela lavagem de dinheiro,
ou mesmo pelo comércio ilícito, o principal a saber é da engenharia em que a
dita máquina ou engrenagem passa a funcionar dentro desse cerne, ideológico ou
não, pois por vezes se colocam várias frentes para que o capital possa trabalhar
entrando de forma inabalável, e é mister saber que na realidade a falta
criteriosa de pruridos perfaz que a honestidade do “negócio” passe ao largo,
proforma, apenas formalmente funciona perante o fisco, mas a suspeita passa a
ser coisa concreta, obviamente, pela prática da investigação in lócus.
A alma
das serpentes é um tipo de alma que sói reconhecermos mais de perto, assim como
alguns seres demoníacos, e isso mais não é do que fruto apenas da ganância
desmedida, assim como nos EUA – e o Brasil pegando esse rescaldo – o que antes
era fruto de uma consciência coletiva passa a querer se denominar consciência
corporativa, o que espelha que seja a individualidade do chamado gestor ou CEO
da organização, que muitas vezes trabalha duramente para preservar o patrimônio,
justamente quando as grandes corporações matam a consciência coletiva mais
humanizada, tornando fria a acepção de um grupo ou empresa, emprestando um
caráter espiritual um pouco demoníaco na sua acepção materialista mais ampla quando
pega a terminologia espiritual como lugar comum ou, como já citado acima,
pretexto cabal de que o lucro seja toda a questão de existir na gestão de algo,
fria e secamente falando.
O uso
indiscriminado de material humano já em processo degenerativo apenas realoca
para funções cristalizadoras da podridão desse egoísmo operacional, para manter
certa estrutura, esta já vinculada a outra e mais outra e, quando na questão do
uso das drogas, a ciência da maldade e de um espírito maquiavélico de se obter
algo a qualquer custo, seja como for onde nenhum tipo de ética prevaleça. Daí supõem-se
os seres invisíveis das ruas, que sequer podem entrar em certos estabelecimentos,
ou como em sampa, sequer podem descansar sobre pedras pontiagudas colocadas sob
os viadutos com essa finalidade... Essa gente mereceria um Estado Socialista,
cada vez mais essa urgência se torna necessária, e teremos que trabalhar
igualmente e duramente inclusive para que os jovens trabalhadores já não precisem
mais trabalhar com o uso quase compulsório da coca para que possam manter
ritmos desumanos na grande engrenagem de um tipo de esteira produtiva, onde
quem manda via capital fica sendo o império financeiro e corporativista.
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