Visto pelas ruas o caráter sincero
Por algo de monta, outros há que navegam, sonambúlicos
No seu travar de meninos comportados
Naquilo de se aprofundarem em substâncias e substratos.
O canudo posicionado, nas bancadas dos banheiros, mais um teco
E se a parte silenciosa do querer já se não tornasse a bancarrota do destino...
Outros há que se lhes gostasse o caráter do comércio, assim, meio pau-de-fita,
Meio que de folclore, folguedo, a outra k algo remontasse um selo no presídio.
Para depois ingressar nas ruas, aquilo de comunidades para abaixo
Mesclado ou não o produto, potência máxima de efeito, e passam, infelizes,
Sonâmbulos nas ruas à procura do nada, enfeixando as clínicas e o viés da
medicina compulsória...
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
SONAMBULISMO
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