Por vezes
estamos no preparatório de algo... Quem diria, saberíamos mais se tanto não
fosse a veracidade em supormos que o algo que de preparo nos conte o tempo,
seria melhor na anuência da separação inequívoca da suposição quase libertária
de algo sumamente importante, que é a história do eu individual, o eu que pode
ser subjetivo, mas nunca subjugador ou subjugado. Essa questão libertária é o
escopo de âmbito mais civilizatório que abraça a própria potencialidade em cada
cultura do planeta, o respeito às suas raízes amplas e a mescla que por vezes o
“ser europeu” tanto tem influenciado na sua história, nas suas razões e
amplitude de dominação cáustica, quando a leitura dos impérios se torna a tradução
mais inequívoca do que se arvorava de “interpretação valorativa dos meios que
explicariam a exploração recursal”, mas hoje é de ambiente crível e factual de
verdades antes enunciadas como relativas, mas o fato seja a história única de
um particular como particular, em sua emblemática soma lógica, no que Hegel já
afirmara no seu tratado geral da lógica, na Doutrina do Ser, o ser Essencial,
se for considerado outro termo comum, o do per si para si.
A mescla
imperial hoje é fator circunstante afora designações outras, o escopo de todo
um processo histórico culmina também onde a lógica da Natureza predispõe a
letra do vernáculo mais simples a instrumentalização e concatenação premente do
que vem a ser a consecução de que o planeta Terra já não é uma gama de países,
vindo a ser uma correlação inequívoca de redes que se integram dentro de um
contexto mais amplo e consuetudinário, onde as leis vigorem não o restringir-se
ao fato territorial e geográfico, mas da geografia digital e tudo o que
signifique seu trânsito, enumerando-se a razão primeira de que agora, com o
advento da inteligência artificial, é mister supor que devamos compor de outros
modos a inteligência humana, posto será através de órgãos e organelas que atuem
de acordo com o corpo de uma máquina tão complexa quanto o tempo e suas
válvulas antigas, que uma nova arquitetura semântica nos liberte da
complexidade da vida e suas obviedades, supondo que não estaremos afeitos à
contemporaneidade se, por um lado, não aceitemos as mesclas de toda a natureza,
como a própria dialética que a Natureza como ente indissociável da matéria,
esta ela mesma em sua tradução mais plena, se una com o fato de que o
espiritual se torne o cerne mais sólido na transição histórica que agora
precisamos dar conta e relevância cabal.
A solidez
espiritual traduz animicamente todas essas suposições no ventre mesmo da
matéria, e países como a Índia “retraduzem” em sua milenar ancestralidade um
conhecimento que sói compreender mais sabiamente como fare la matéria, como se
processa el espíritu, como se trancende a existência e como somos um fogo fátuo
no que decidimos nos processar a nós mesmos, em uma versão kafkiana onde nem
tudo o que reluz dentro de uma repartição é o ouro que deixamos de ganhar em
valor ou em moeda, e nem tudo que é escaramuça não saberia mais a um gesto de
traição reveladora, posto o valor assume, na aura espiritual, um bloqueio onde
o espírito ateísta vem com força de atrito a romper essencialmente o valor essencial
de se corresponder ao universo demoníaco da atualidade humana, onde a esfera
chauvinista ainda impede o escopo da nova mulher libertária, e sua rompe-alas
com a questão máxima da esfera do conhecimento mais completo
Voltando,
a esfera desse mesmo conhecimento não conheceria limites se em uma simples
questão de limitações de ordem experimental a questão espiritual não impusesse
o fator determinante no escopo civilizatório das nações e suas determinantes
geográficas, dentro de processos históricos onde a territorialização
circunstancial determinasse, ainda que sob o signo do universo mais amplo, a
tomada de consciência mundial em que – não fora por pequenos ruídos
existenciais ou coisas dessa mesma Natureza, a dialética da mesma história
empurra a questão para uma ordem de fatores onde a dita globalização sairia do
plano meramente comercial para, de fato, fazer emergir o fator humano como
tarefa digna de respeito com relação aos entes da imensa “federação planetária”.
Nada que pudesse por terra ao andamento do nacionalismo cabal e histórico de
cunho programático, mas que uma releitura se fizesse no sentido de estender
conceitos mais relevantes a que pragmaticamente a coisa viesse a funcionar no
âmbito cultural mais amplo, onde o mundo fosse respeitado como ser vivo, único
e orgânico na questão em que porventura se procedesse não o orgulho
etnocêntrico ou de gênero, mas a equalização do que se chamaria a supracitada
mescla da realidade do que antes fora historicamente os sucedâneos imperiais,
agora já a realidade mais premente de um mundo onde uma simples aldeia indígena
se tornasse não um mero laboratório antropológico de estudos da espécie, mas o
exemplo vivo do que se torna a libertação mesma do planeta em que vivemos, espiritualmente
falando...
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