segunda-feira, 4 de março de 2024

A DINÂMICA HISTÓRICA E SUAS LEIS


              Por vezes estamos no preparatório de algo... Quem diria, saberíamos mais se tanto não fosse a veracidade em supormos que o algo que de preparo nos conte o tempo, seria melhor na anuência da separação inequívoca da suposição quase libertária de algo sumamente importante, que é a história do eu individual, o eu que pode ser subjetivo, mas nunca subjugador ou subjugado. Essa questão libertária é o escopo de âmbito mais civilizatório que abraça a própria potencialidade em cada cultura do planeta, o respeito às suas raízes amplas e a mescla que por vezes o “ser europeu” tanto tem influenciado na sua história, nas suas razões e amplitude de dominação cáustica, quando a leitura dos impérios se torna a tradução mais inequívoca do que se arvorava de “interpretação valorativa dos meios que explicariam a exploração recursal”, mas hoje é de ambiente crível e factual de verdades antes enunciadas como relativas, mas o fato seja a história única de um particular como particular, em sua emblemática soma lógica, no que Hegel já afirmara no seu tratado geral da lógica, na Doutrina do Ser, o ser Essencial, se for considerado outro termo comum, o do per si para si.

              A mescla imperial hoje é fator circunstante afora designações outras, o escopo de todo um processo histórico culmina também onde a lógica da Natureza predispõe a letra do vernáculo mais simples a instrumentalização e concatenação premente do que vem a ser a consecução de que o planeta Terra já não é uma gama de países, vindo a ser uma correlação inequívoca de redes que se integram dentro de um contexto mais amplo e consuetudinário, onde as leis vigorem não o restringir-se ao fato territorial e geográfico, mas da geografia digital e tudo o que signifique seu trânsito, enumerando-se a razão primeira de que agora, com o advento da inteligência artificial, é mister supor que devamos compor de outros modos a inteligência humana, posto será através de órgãos e organelas que atuem de acordo com o corpo de uma máquina tão complexa quanto o tempo e suas válvulas antigas, que uma nova arquitetura semântica nos liberte da complexidade da vida e suas obviedades, supondo que não estaremos afeitos à contemporaneidade se, por um lado, não aceitemos as mesclas de toda a natureza, como a própria dialética que a Natureza como ente indissociável da matéria, esta ela mesma em sua tradução mais plena, se una com o fato de que o espiritual se torne o cerne mais sólido na transição histórica que agora precisamos dar conta e relevância cabal.

              A solidez espiritual traduz animicamente todas essas suposições no ventre mesmo da matéria, e países como a Índia “retraduzem” em sua milenar ancestralidade um conhecimento que sói compreender mais sabiamente como fare la matéria, como se processa el espíritu, como se trancende a existência e como somos um fogo fátuo no que decidimos nos processar a nós mesmos, em uma versão kafkiana onde nem tudo o que reluz dentro de uma repartição é o ouro que deixamos de ganhar em valor ou em moeda, e nem tudo que é escaramuça não saberia mais a um gesto de traição reveladora, posto o valor assume, na aura espiritual, um bloqueio onde o espírito ateísta vem com força de atrito a romper essencialmente o valor essencial de se corresponder ao universo demoníaco da atualidade humana, onde a esfera chauvinista ainda impede o escopo da nova mulher libertária, e sua rompe-alas com a questão máxima da esfera do conhecimento mais completo.

              Voltando, a esfera desse mesmo conhecimento não conheceria limites se em uma simples questão de limitações de ordem experimental a questão espiritual não impusesse o fator determinante no escopo civilizatório das nações e suas determinantes geográficas, dentro de processos históricos onde a territorialização circunstancial determinasse, ainda que sob o signo do universo mais amplo, a tomada de consciência mundial em que – não fora por pequenos ruídos existenciais ou coisas dessa mesma Natureza, a dialética da mesma história empurra a questão para uma ordem de fatores onde a dita globalização sairia do plano meramente comercial para, de fato, fazer emergir o fator humano como tarefa digna de respeito com relação aos entes da imensa “federação planetária”. Nada que pudesse por terra ao andamento do nacionalismo cabal e histórico de cunho programático, mas que uma releitura se fizesse no sentido de estender conceitos mais relevantes a que pragmaticamente a coisa viesse a funcionar no âmbito cultural mais amplo, onde o mundo fosse respeitado como ser vivo, único e orgânico na questão em que porventura se procedesse não o orgulho etnocêntrico ou de gênero, mas a equalização do que se chamaria a supracitada mescla da realidade do que antes fora historicamente os sucedâneos imperiais, agora já a realidade mais premente de um mundo onde uma simples aldeia indígena se tornasse não um mero laboratório antropológico de estudos da espécie, mas o exemplo vivo do que se torna a libertação mesma do planeta em que vivemos, espiritualmente falando...

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