Quem seriam os alcoviteiros da desordem
Se a anarquia não fosse apenas bela
Naqueles que não possuem um barraco de frente a outro
Ou gastam seu sangue inocente na mãos das milícias do Norte!
Falam muito os que não distam da aurora, mas os vinténs do ocaso
Quando o que parece seja, não seja outrora, mas algo que vem de um abcesso
Quando da crítica sem a queda de ser a vertente outra do que um outro fosse o
tumor.
Quanto da alforria de um catedrático não seria tão simples, ou das armas que
não existem...
Na covardia inepta e fascista obviamente a parcialidade da justa infere ganhos
Quando da obediência escalonada, nas dormências de espíritos inquietos,
treinados
Onde outros se refestelam nas programações de rádios de TI reservada aos rebeldes!
Nada do que destoe, o que se pense não seja mais do que o não pensado
A outro vintém que as deusas da selva querem reinar na selva da ignorância
Quando ainda inferem poder derrotar a engrenagem indestrutível do certo
Na arrogância crível de sua própria ignorância mesclada dos anos de chumbo dos
oitenta!
sexta-feira, 2 de junho de 2023
O ESQUECIMENTO
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