Qual não seria tão fácil eximir-se das ofensas, neste março meio que de chumbo,
Posto os pequenos demônios, capitaneados por serpentes venenosas do inferno
Sói obedecerem aos impulsos do fremir do capital, por vezes por serem lacaios ideológicos
E em outras apenas para manter o que creem ser seu papel em empresas imersas na
lama.
Se nos diste aquilo que de Cristo se chama o perdão, e que de São Francisco se
chame a união,
E que, no entanto, não estamos em uma assembleia democrática, pois a empresa
parece chamar a tudo e a todos sua mera enganação do ouro,
E o amor que temos porventura não encontra espaço fora do espaço onde de fato
ocorra,
Pois há outros em que o ardil dessas criaturinhas infernais, povoadas da gula,
da inveja e da luxúria
Não temem o fogo eterno de seus pecados mortais, e não são tementes a Deus,
pois será na via em que perdoamos no nosso verbo, apenas,
A conjectura onde se fazem de antirracistas por empregarem negros, mas
escravizam a si mesm@s nas hostes que criam em torno de si
Para investirem, em um empreendimento em que – na Verdade de um – todos a
saberão por um único meio de comunicação.
domingo, 8 de março de 2026
O IMPACTO DA OFENSA
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