Quantos foram os desavisos, as ausências do que nos permitíamos
Quanto, ao querermos nos apegar a algo, a verdade do perdão,
Essa verdade que nos traz a paz diante mesmo de picuinhas do próximo,
Da inveja, de pensamentos que desferimos, compartilhados e, por vezes,
Na ausência de uma semente de areia em que nossa ilusão foi germinada...
No rancor nada se nos passe de bom, pois apenas guardaremos a garantia do ser
Quando sentirmos que ao nos inventariar de modo rápido, e seguro, diante de nós
mesmos e Deus,
Não haveria tentativa, por mais atávica que seja, capaz de demover as fagulhas
que, de modo instantâneo,
Sustentariam o ser que reside em nós diante de outrem que reside em outro
corpo, o mesmo que nos dirá
Para que semeemos a virtude para colher frutos frescos da Bendição...
domingo, 8 de março de 2026
A PAZ E O PERDÃO NO RANCOR
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