quinta-feira, 5 de março de 2026

A maconha não “facilita” o fluxo cerebral de forma benéfica; estudos mostram que seu uso pode alterar a perfusão sanguínea e a estrutura do cérebro, com efeitos tanto agudos quanto de longo prazo. 🧠 O que a ciência mostra sobre maconha e fluxo cerebral - Alterações na perfusão cerebral: exames de neuroimagem indicam que o uso de cannabis pode modificar o fluxo sanguíneo em regiões como o córtex pré-frontal e o hipocampo, áreas ligadas à memória e ao controle executivo. - Impacto estrutural: pesquisas recentes sugerem que até mesmo o uso ocasional pode afetar a integridade da substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre diferentes áreas cerebrais . - Efeitos contraditórios: alguns estudos relatam aumento temporário da atividade em certas regiões durante o uso, mas outros apontam para hipoperfusão (redução do fluxo) em usuários crônicos. COPILOT.

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