Não sou a previsível equação de teu viés materialista
Posto de minha vida espiritual, que sei eu,
Ninguém a sabe melhor do que a vereda que escolho
Por entre rochas imutáveis, que encontram por vezes na própria carne mineral
Suas prerrogativas e certezas, sua perfusão cerebral quase didática,
Seu cerne espiritual de encaixes religiosos e estanques no que, presume-se,
Seja a via de cada qual, mas na vida de um ser humano com fé inquebrantável
Não vai ser um espírito qualquer que lhe dará margem a que grafem seu próprio “eu”.
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