Não dirias de algo, qual, não fossem esses espíritos libertários
Que de grilhões nos rompam naquilo que por vezes críamos liberdade...
A saber, que de se degustar desgraças, o tempo de se prescrever boas vontades
Igualmente pode residir na força de guerreir@s, a imanente veia bem oxigenada.
No alicerce bem construído, justamente quando nos faltaram as sapatas,
Quando as britas eram muito pequenas ou muito gradas, ou quando a areia queriam
que fosse salobra,
O cimento de nossa intenção revela que saímos pouco a pouco rumo a uma independência
concreta de nosso ideário de sermos mais livres
Porquanto a libertação companheir@s, não nos deve nada, posto nós é que devemos
uma caminhada ao seu encontro...
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
A RETÓRICA DA LIBERTAÇÃO
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