Não queiramos ser algo maior do que somos, quando possuímos nossas limitações fisiológicas, corporais, somos feitos de carne, de ossos, somos frágeis enquanto corpo, e neste mundo não se ressuscita se não se for alguém ungido pelo Pai... A compaixão de muitos e que falta na mesa de outros não ressuscita a carne da fome, e isso não é uma questão religiosa e nem proselitismo político, mas temos a nossa fé, não temos? Temos a fé de que estaremos livres de todo o mal, e que a maldade de pessoas boas – como diz a música – não alcance nossas pegadas, igualmente. Mas poderíamos acreditar, e isso na opinião sincera deste humilde escritor, que a ausência da nicotina, que deve ser fruto da malde de citadas pessoas acima, como os "fabricantes de fumo", poderia tirar a concentração, mas espiritualmente, que felizmente é a questão máxima da arte nesta singela opinião, é algo que engrandece sobremodo a expressão, em nova etapa de já se começar a estar livre do vício. Torna-se isso quase uma nova etapa existencial de muitos, pois quando ficamos mais velhos tomamos para nós os resultados do que fizemos, irresponsavelmente ou não, durante o tempo em que éramos mais jovens, ou mesmo quando chegamos próximos da meia idade. Essa é uma questão importante, pois nem todo o rico é feliz e nem todo o pobre é triste, mas é certamente mais fácil um pobre ser triste, pois os serviços a ele dispostos na sociedade são mais duros a ser alcançados, e sua forma de se trabalhar para adquirir os materiais necessários, e seus alimentos, demandarão mais esforço, e nem sempre garantirá uma velhice tranquila. Quando adictos ou alcoólicos graves, suas clínicas são mais “pesadas”, mas ainda vivemos em um país onde os serviços de saúde são democráticos e prestam o seu auxílio a imensas populações. Para manter algo similar a isso, a democracia passará por escolha este ano de 2026 e a população do país pode fazer a sua escolha, de dar continuidade ou não a esse tipo de apoio do Governo, ou tentar uma via que não atenda muito às populações mais desfavorecidas, um candidato das elites.
De
qualquer modo, a festa da democracia nos fará aceitar qualquer resultado, mesmo
que para alguns for um retrocesso, enquanto para outros for um progresso... Obviamente,
o país enfrentará grandes desafios pela frente, e culturalmente estaremos fadados
a sermos aqueles agentes que em serviço ou como voluntários, gostaremos de
prestarmos nossa atenção a coisas que não façam parte de um egoísmo que por
vezes se torna atávico em algumas sociedades: isso de ganho, e perdas, ou dos
danos que causamos a algo ou a alguém, sempre serão tempos onde poderemos
remediar situações, nos predispor a estarmos de acordo com aconselhamentos da
medicina, nos situarmos bem com relação à nossa saúde mental em um mundo tão
conturbado, evitar as compulsões como um todo e não compactuar com poderes
escusos, ou com formas ilícitas de comportamento dentro do escopo das sociedades,
e isso é válido não apenas para o cidadão comum, eleitor, bem como para um
prefeito, um senador, um deputado, um governador, um ministro ou um presidente.
A
sabedoria de um homem ou de uma mulher fala mais ao espírito do que
propriamente a coragem, pois reúne essa faculdade, e um ser sábio é geralmente
mais sereno e possui uma coragem que muitos por vezes sequer percebem, pois o
sábio não faz propaganda de suas ou de virtudes alheias... Apenas faz de sua isenção
espiritual por hora, quem sabe a reza que ainda não decorou, mas que se torna a
conquista de um dia, como a simples Salve Rainha, quando encontra a beleza tão
intrínseca nessa prece onde a sua fé vai crescer quando amplia um repertório
que lhe dará mais uma ferramenta: essa aura onde encontra na ressonância de uma
Igreja a possibilidade de já poder orar o Credo, onde já fica mais feliz, pois
para ele, o sábio que se contenta facilmente, “isso é Sabedoria...” Ficarmos
felizes com o contentamento espiritual é buscarmos essa palavra que significa
estarmos juntos com um display amplo e necessário: a conexão. O sábio depende
da matéria, assim como uma rede depende de vários gadgets, e não há como contestar
esses meios que apenas contentam a possibilidade de comunicação, pois o que
seriam das editoras, se não fosse a atual internet?
Destarte,
hoje o leito digital é um mimeógrafo às alturas, um meio necessário, a
possibilidade ao escritor de alcançar o leitor, a possibilidade da poesia
chegar a um outro leitor, e do poeta não sucumbir na melancolia do ostracismo,
dentro das possibilidades universais dos caudais expressivos, pois o mundo é uma
aldeia. Hoje, com as possibilidades das democracias dos blogs e meios de
expressão independentes, é daqui, de onde estiver o ip, para o resto do
planeta...
Na
linguagem corrente, mesmo um apostolado é necessário ser realizado eletronicamente,
pois o alcance lido por um Android é sobremodo democrático e existem várias
dessas maquinetas por aí, graças a Deus. É a palavra tornando-se real dentro da
isenção tecnológica de ser apenas amálgama dessa estrutura toda, e sair por
vezes de quintas tradições de algo pode ser algo que remonte recriarmos inúmeras outras tradições e atitudes práticas que perfaçam as escrituras solenes e infinitas de
nossas inquietas e buscadoras almas...
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