Fora
de um contexto qualquer não seríamos aqueles que se perguntam todos
os dias
A que viemos sobre o mundo, em ruas, em bairros, em
comunidades,
Onde menos nos esperariam os tecidos rumorosos do
tempo
Nas palavras em que outros encerram seus códigos, os
números, os disfarces, as mentiras,
Qual não seja, apenas
seríamos perguntadores de outras coisas que nos edifiquem
Tais
como estar livre do tabagismo, do álcool, coisas mais simples do que
simplesmente
Crermos que nossa palavra não seja mais
possibilitada por proibições ou na mesma codificação
Que,
por favor, não nos coisifiquem mais do que a coisa que tem se
tornado muito das gentes...
Mas por favor novamente, que não nos enumerem como algo de estatístico,
Estaríamos quais frentes de caudais rumorosos, sem que não seja, estarmos com a falta de algo
Que nos predispusesse a um consumo de algo, um cigarro que nos destrói
Ou mesmo aquela cachaça que nos queima a garganta, nos tirando do sério...
As coisas se nos apresentam equações por vezes complexas, e os ditames de uma compulsão
Colocam em xeque muitas vezes a coragem que temos para evitar a primeira tragada
Ou a serenidade em aceitar que desejamos quase furiosamente,
Mas devemos prosseguir, e que a coragem se transforme em serenidade, que se cambie a forma
Para que possamos, através de um Poder Maior a nós mesmos, dar conta do tamanho dessa tarefa conosco mesmos...
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
O QUE FOI DITO ANTES SERIA DE IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL?
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