Ao pensar europeu, sua Natureza particular, esta, deflagrada no alterno,
Seria próprio, tecendo a sua própria sintaxe, de tantas são as invenções
humanas
Que ao menor despropósito monocular, certamente não existiriam mais as
florestas
Posto serem tantos os caminhos dos métodos científicos, que a mesma ciência
Sendo algo que não ocultaria sequer a intenção de seus extensos vocabulários,
Colocasse em xeque a existência no planeta, pois “querer é poder” custa milhões
de vidas...
Naquilo curto, pouco extenso, mais simplificado, quem sabe um pensamento
oriental da ioga
Que nos unisse com uma mentalidade divina, quem sabe, um dia fosse talvez
distinto mas, qual,
Não seria para hoje, nem quiçá para o próximo século, pois o Ocidente
transcreve o profundo
Tornando o espiritual supérfluo: reduz, decora, recompõe conforme sua visão,
E o prana vira ar apenas, o sadhana vira um canto desconexo e uma prática
incompleta
Qual não fosse, se não fora Prabhupada, a vida no Ocidente seria muito
distinta.
Mesmo se consideramos Jung com seu ceticismo a respeito do que venha a ser uma abordagem
Do Ocidente, em relação ao enigma espiritual oriental, como a Ioga hinduísta,
Em seus textos quiçá ainda não haveria uma mescla de fato
Com a questão que veio parar no Ocidente, em inúmeras frentes de próceres do Oriente
Que trouxeram toda uma sabedoria cá, para os nossos continentes...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
A TRANSCRIÇÃO DO SUPÉRFLUO
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