quarta-feira, 17 de setembro de 2025

O DIÁLOGO DAS LETRAS


Haveria uma pressão,
Uma modalidade de quase angústia,
A predisposição crítica
Que viesse,
Nas crises existenciais de um ser humano,
Como um giro de sua própria história
Quanto a de saber
Qual, não fora tanto
A linha oculta de um ramo
Que se regenera por assim, destarte,
No viés de uma recuperação a galope
No porventura de se querer, ao menos,
O dia que se passa no dia…

O sono que um afeito à lucidez
Turge passadas ao acaso
Meramente sóbrias e escorreitas
Àquilo que começa e termina
A uma visita em uma cidade velha
Ou por sinais outros, a que vieram tantos
Se depois os pássaros
Se encontrarão novamente com o Homem
Mesmo que não viesse tanto
O caudal imorredouro das desditas!


Nenhum comentário:

Postar um comentário