Nos braços de Yashoda, eu te vejo, se quiser, estás na minha frente, ao lado de
um alvo,
Onde as setas contam pontos de minha mira, onde jogo o jogo do equilíbrio,
E me dizes em Teu olhar: Eu não te abandono, posto sou o objeto de sua
sacramentada fé...
E vejo Prabhupada no alto, abençoando meu quarto, este, espécie de sala de navegação,
De onde olho para o mundo nos abençoados equipamentos que pude adquirir, para
então prosseguir
Navegando como bom barqueiro, de sabermos que nas ruas os rios são caudalosos
por vezes.
Na superfície imantada de um cristal negro de piche, pisamos por sobre a
estrada, as lajotas são sextavadas antes
E nesse mesmo antes, o que fora depois já não seria tanto, que não supuséssemos
que as almas caídas dentro de um fosso provisório
No mais emergem depois mais conscientes, pois em síntese: todos somos
buscadores...
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
A SUPERFÍCIE DE DEUS
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