Da vida vem a vida, que seja,
Que nos seja dado o pão, o sal, a água,
Que a semente do trigo saiba de sua própria semeadura
E que a comunhão do alimento, ao menos isso, vista seu manto sagrado...
Tanto céu, tanta a terra, tantos seres, seremos mais humanos.
No que fora a veste de outrora, vestiria o caldo que sequer a imaginação nos
assombre
Posto na semântica de uma boa palavra, que detenha em si mesma o cárcere da
alfombra da penitência
Ao sabermos que na resignação de um santo reside aquilo
Que porventura vê na distinção entre um seixo e uma pepita de ouro
Apenas o seu peso medido em sombras enfeixadas pela mão que não os toca.
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
VIDA, QUE SEJA...
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