domingo, 18 de maio de 2025

PROGRESSOS E RETROCESSOS


Qual figura de retórica, passavas e nada dizia,
Naquilo do silêncio ou de falar quase por metáforas
Quiçá no receio cru de estar fazendo suas próprias fakes,
Quiçá no universo eletrônico com seus recursos que batem em tics e tocs…

Mais que não seja, que real progresso haveria, quem sabe na erva que fuma oculta
Ou mesmo na hipocrisia de teu proceder, na palavra solta de tuas palavras iguais.

Que sono um justo não recolhe por baixo de teus vestidos quase morenos
Quando saibas que não és primeira nem jamais serás, sempre a vida é maior
Do que o cenário onde querias um Dante para mim, e eu lhe mostro o purgatório!

E agora, Josefina, o sonho acabou, o circo foi desmontado, e as Tis do regresso já não fazem a mossa
Posto a saliência de uma agente o sabe mais do que a do agenciador
Mesmo que saibamos que o tempo subscreve o amálgama do não estar sendo
Quando sabemos que nada mais vou lhe ensinar, pois não tendes capacidade de compreensão.

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