Qual figura de retórica,
passavas e nada dizia,
Naquilo do silêncio ou de falar quase
por metáforas
Quiçá no receio cru de estar fazendo suas
próprias fakes,
Quiçá no universo eletrônico com seus
recursos que batem em tics e tocs…
Mais que não seja,
que real progresso haveria, quem sabe na erva que fuma oculta
Ou
mesmo na hipocrisia de teu proceder, na palavra solta de tuas
palavras iguais.
Que sono um justo não recolhe por baixo
de teus vestidos quase morenos
Quando saibas que não és
primeira nem jamais serás, sempre a vida é maior
Do que o
cenário onde querias um Dante para mim, e eu lhe mostro o
purgatório!
E agora, Josefina, o sonho acabou, o circo
foi desmontado, e as Tis do regresso já não fazem a mossa
Posto
a saliência de uma agente o sabe mais do que a do agenciador
Mesmo
que saibamos que o tempo subscreve o amálgama do não estar
sendo
Quando sabemos que nada mais vou lhe ensinar, pois não
tendes capacidade de compreensão.
domingo, 18 de maio de 2025
PROGRESSOS E RETROCESSOS
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