Não erraste, mulher, ao saber que seu caro amigo não poderia estar assim, na
beira do mar
Respirando o hálito selvagem de teus erros, qual não fosse, o erro de teu amigo
A recompor que não necessitas conhecê-lo, mas que quando pede algo de teu gesto
Saberia melhor de tua companhia, teceria ondas que te percebestes no mar de
Espanha...
Não há de tecer amores, posto quem liga o fogo não acende todas as chamas
E saibas que na antecipação do querer humano, considere o homem uma espécie de
irmão mais velho
Posto não será na sombra dos desavisos que a vida nos ressente a mais não poder
fora do escopo espiritual
Onde não fora o citado gesto, seria mais amplo o quesito de sermos os plurais
adicionados...
sexta-feira, 30 de maio de 2025
ERROS REMANESCENTES
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