Um homem caminha, o nada sequer lhe olha, e ele joga a semente que havia no
canteiro
Quando, por estremecimento de sua mão, olha para um inseto, e este já havia
caminhado
Quando pensara, o homem, em caminhar quase da mesma forma, algo para diante
E tortuosamente caminhando para outros lados, isso se talvez lhe seja dada a
anuência querida...
Anda, passa pelo portão e o fecha, um cadeado azinhavrado, não o conteria, pois
a chave está com ele, o homem,
E alcança a rua, liberto com suas pernas, mais de se não poder, faria
diferente?
Simples, bastaria isso, caminharia sempre, pelo seu quarto a esfera é menor,
meio que se agacha
No preparar-se, e vai para a academia que há por diante, e há máquinas em sua
solidão...
Segue andando, ah, a mulher, quem sabe ela saberia se ele pensasse nela, e quem
ela seria
Senão um verso que fica, um verso ficante,
mais uma neura que na realidade não passaria através dela, um aviso de reunião
política lhe alcançasse mais uma vez e ele quase iria: rindo e caminhando, posto poder ser uma ótima ideia...
sexta-feira, 23 de maio de 2025
O HOMEM QUE ANDA
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