quinta-feira, 8 de maio de 2025

DE DUAS SOLUÇÕES QUIÇÁ SEJA MELHOR A EFERVESCENTE


Botar o diamante na sacola, quem dirá onde encontra-lo: em forma de gente?

O que é precioso para um ser humano, senão o valor que encontra pelas rebarbas
Ao níquel que um garipeiro das latinhas vê e traduz como pedra de crack pelas beiradas
Ou o estrume que na alucinação de uma mocinha ela vê a marijuana em sua fissura de viagens...

Olha que os ianques têm trabalhado bem em trazer a droga na algibeira, municiados,
Na patifaria da guerra comercial, querendo lutar contra a democracia popular
E vão de vento em popa com seus anabolizantes, recriando corpos, ficando grandes e com caras de cães de guerra
Feito guris crescidos prontos para serem badboys, ou pitiyanques, os esquálidos de sempre...

É apenas uma forma, os partidários do atual presidente, vêm como lacaios do império
E efervescem na frigideira os seus ovos mexidos, supõem transar com nossas mulheres
E vêm surfar nas ondas daquilo que na ilha paradisíaca, já não há o paraíso de antes, posto a coca já polui as águas da lagoa.

E o poeta teima em encontrar uma brasileira para conversar um pouco, que não seja entreguista,
Quiçá do alto vale do Itajaí, uma galega germânica que ainda sabe que em Santa Catarina
Os alemães e os italianos fazem parte das melhores famílias de descendência europeia destes lados
E a pureza dessa gente não se impressiona tanto com a filmografia da indústria cultural que o rato branco impõe
Nem se o foguete estacionou de ré, pois na verdade querem saber melhor do sorriso de seus maridos camponeses...

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