Botar o diamante na sacola, quem dirá onde encontra-lo: em forma de gente?
O que é precioso para um ser humano, senão o valor que encontra pelas rebarbas
Ao níquel que um garipeiro das latinhas vê e traduz como pedra de crack pelas
beiradas
Ou o estrume que na alucinação de uma mocinha ela vê a marijuana em sua fissura
de viagens...
Olha que os ianques têm trabalhado bem em trazer a droga na algibeira,
municiados,
Na patifaria da guerra comercial, querendo lutar contra a democracia popular
E vão de vento em popa com seus anabolizantes, recriando corpos, ficando
grandes e com caras de cães de guerra
Feito guris crescidos prontos para serem badboys, ou pitiyanques, os esquálidos
de sempre...
É apenas uma forma, os partidários do atual presidente, vêm como lacaios do
império
E efervescem na frigideira os seus ovos mexidos, supõem transar com nossas
mulheres
E vêm surfar nas ondas daquilo que na ilha paradisíaca, já não há o paraíso de
antes, posto a coca já polui as águas da lagoa.
E o poeta teima em encontrar uma brasileira para conversar um pouco, que não seja
entreguista,
Quiçá do alto vale do Itajaí, uma galega germânica que ainda sabe que em Santa
Catarina
Os alemães e os italianos fazem parte das melhores famílias de descendência
europeia destes lados
E a pureza dessa gente não se impressiona tanto com a filmografia da indústria
cultural que o rato branco impõe
Nem se o foguete estacionou de ré, pois na verdade querem saber melhor do
sorriso de seus maridos camponeses...
quinta-feira, 8 de maio de 2025
DE DUAS SOLUÇÕES QUIÇÁ SEJA MELHOR A EFERVESCENTE
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