Saberia
de nada, o que não fosse nada saberia algures, em algo de parte que coubesse no
entendimento, ou quiçá não soubéramos nada do que porventura existisse pela
frente, qual local fechado em serviço, laboratório de se ganhar a prata, nada
mais do que isso... De outro modo não seria, tudo são aparências, e as coisas
ficam mais nítidas por vezes através de insumos e estimulantes, qual não fosse,
a aparência que move, a vida que move a experiência, a missão da vida que moveria
uma agência que soubesse trabalhar tão corretamente que teimasse em defender a
citada prata, a única coisa concreta que não é aparente, e que é o óleo que
alimenta todos os motores do ser humano.
A ser de um dia, quem sabe, saberia mais aquele que não curte o genital que fora prometido por uma dama, ou quem sabe seria maior o genital provecto de algum que comercia o que não deve, ou tem sempre do que a dama precisa para fornecer seu genital. Aparentemente, as coisas são coisas afins, e antes o que parecia ilusão o é de fato, e a performance de uma noite quem sabe se elucida, mesmo que no capitalismo selvático há daqueles que se enumeram, aparentemente sem termos provas para tal feito, como agenciadores da ganância, e as procedurais meninas de antanho quebram um ciclo para aparentar serem aquelas que porventura seriam ótimas companheiras, mas sabem que se mostrarem em contato talvez suas intenções concretas percam no estigma de estarem já participando da informação de um homem que para elas já não faz parte da aparência, mas é realidade de fato. Mas isso não diria nada no reino das aparências, o importante é sabermos que de memória paulatina aquele que frequenta um tipo de círculo viciante acaba por crer que no citado círculo as regras do jogo tenham que ser jogadas através de um comando que cace pessoas ao menor saber ou regramento intelectual, quando um homem apenas revela que pensa criticamente, expondo certas coisas que são favoráveis para muitos... Ou poucos.
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